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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Gigantes de Aço

Uma ótima surpresa é bem o que define Gigantes de Aço, novo filme de Hugh Jackman (o eterno Wolverine). Tenho que confessar que tinha um pouco de medo do filme, principalmente por se tratar de uma produção dirigida por Shawn Levy, responsável anteriormente por Doze é Demais e os dois Uma Noite no Museu. No entanto Levy constrói um excelente filme família com ação empolgante e que consegue trabalhar bem os clichês esperados por uma produção do gênero.

Gigantes de Aço se passa em um futuro próximo, mais precisamente em 2020, quando o boxe da forma que conhecemos foi extinto e agoras as lutas são realizadas por robôs. Nesse cenário, um ex-lutador de boxe chamado Charlie Kenton (Jackman) tenta ganhar a vida realizando lutas por fora do circuito oficial com seus robôs sucateados. Um dia Charlie descobre que uma antiga namora, com quem teve um filho, Max, de 11 anos, morreu e que ele precisará ficar com seu filho por um tempo até que a irmã de sua antiga namorada possa ficar com o garoto definitivamente.

domingo, 5 de junho de 2011

X-Men: Primeira Classe

X-Men: Primeira Classe era aquele filme do ano que eu queria muito ver mas estava com um pé atrás. Algumas mudanças na origem dos personagens me assustavam, os cartazes do filmes eram pavorosos - photoshop do mais tosco possível -, a Fox não é o melhor estúdio do mundo e os últimos filmes da série mutante (X-Men 3 e Wolverine) não foram o melhor exemplo de adaptação do mundo. Os trailers até que davam uma certa esperança, mas nada muito impactante. Por isso minha surpresa foi tão grande ao ver o filme e amar. O filme volta ao nível de qualidade de X-Men 2 e já está entre as melhores adaptações de quadrinhos feitas na minha opinião.


X-Men: Primeira Classe volta no tempo, mais especificamente aos anos 60, para contar a origem da relação entre Charles Xavier (James McAvoy assumindo o papel que foi de Patrick Stewart) e Erik Lehnsher (Michael Fassbender no lugar de Ian McKellen), futuro Magneto. O filme começa mostrando a infância dos dois personagens e os eventos que definirão suas vidas. Enquanto Xavier vive em uma bela casa com mordomias e tranquilidade, Erik está preso em um campo de concentração sendo forçado por Sebastian Shaw (Kevin Bacon) a demonstrar seus poderes. Shaw é também responsável pela morte da mãe de Erik, o que faz sua vida ser movida pela vingança. Mais uma diferença entre os dois. Enquanto Xavier passa o começo de sua vida adulta estudando e se tornando professor, Erik passa em busca das pessoas responsáveis pelo seu sofrimento. No meio de sua busca ele acaba encontrando com Xavier e os dois se unem com o objetivo de impedir Shaw de destruir o mundo causando a Terceira Guerra Mundial.

O filme resgata a discussão da aceitação e do preconceito tão presente na trilogia dos mutantes e praticamente esquecida durante o filme solo do Wolverine. É claro que isso tem uma explicação: Bryan Singer, diretor dos dois primeiros filmes, volta a se envolver com os mutantes, dessa vez como produtor e ajudando no roteiro. O paralelo com a realidade das minorias é mais uma vez claro e constante na produção. A boa condução da história mesclada com eventos históricos também ajuda, assim como o bom elenco que dá vida a esses personagens tão ricos. Michael Fassbender (Bastardos Inglórios) torna Magneto amigável ao público, suas atitudes e sua busca por vingança são compreensíveis e nós torcemos para que ele consiga acabar com os responsáveis por seu sofrimento. James McAvoy (O Procurado) mostra que ninguém é tão perfeito como Xavier sempre pareceu e que antes de ser aquele cara sério e responsável, ele também foi um jovem que gostava de festas e diversão. Jennifer Lawrence, que despontou para o mundo depois de sua ótima atuação em Inverno da Alma (que valeu uma indicação ao Oscar), cria uma Mística profunda que luta pela aceitação enquanto nem ela se aceita. Kevin Bacon, que sempre achei meio canastrão, transforma Shaw em um vilão excêntrico, mas que está em pé de igualdade com os maiores do universo Marvel. Além disso, abraçando o clima da época em que o filme se passa, Shaw seria o vilão perfeito para um dos filmes do 007 com suas gadgets e capangas. Por falar em capangas do Shaw, muitos reclamaram da interpretação de January Jones como Emma Frost por acharem que ela fica o tempo todo com aquele ar de superior e indiferente, o que para mim foi incrível. Mas é claro que sou suspeito por dizer já que sempre achei January sensacional, desde quando vi os primeiros episódios de Mad Men, e agora, ver a atriz em um papel desses, só me deixou ainda mais feliz.

Um dos poucos problemas que encontrei em X-Men: Primeira Classe foi a sua produção. Em alguns poucos momentos os efeitos especiais não parecem tão bons, mas nada que prejudique o resultado final extremamente satisfatório. Matthew Vaughn, que já havia se mostrado um diretor de qualidade em seus filmes anteriores, ele é o responsável pelo ótimo Kick-Ass, finalmente deu sua visão à franquia, já que ele havia sido contratado para dirigir X-Men 3 e acabou saindo do cargo por alguns problemas de agenda. Vaughn mostra que tem pulso para comandar os vários arcos presentes nos filmes da série. São muitos personagens, várias histórias se desenvolvendo paralelamente e sem alguém que saiba lidar com isso, o enredo pode se perder, o que não acontece aqui. Coincidentemente ou não, já que o filme foi exibido na TV para aproveitar a estreia do outro, ontem revi X-Men Origens: Wolverine e constatei que ele foi totalmente ignorado na linha do tempo da série com o lançamento de Primeira Classe. Isso vai de acordo com as declarações do estúdio de que o novo filme solo do mutante canadense esqueceria o filme anterior e tentaria renovar a recente série.

Não é à toa que muitos vêm comparando Primeira Classe com Cassino Royale. O filme parece um sopro de ar fresco na franquia dos mutantes assim como Cassino Royale foi para o agente britânico 007. Mas as semelhanças param por ai, já que o novo X-Men não tem nada de contido em sua ambientação, figurino e ação, que se encaixam perfeitamente ao cenário sessentista. Até a trilha sonora, às vezes, se rende ao clima da época. Esperamos que a qualidade continue a partir daqui, torcendo apenas para que a fidelidade com a origem de alguns personagens melhores. Ah, e há algumas pontas durante o filme que vão fazer os fãs ficarem bem felizes.



Confira o trailer abaixo:



See ya!!!

sábado, 28 de novembro de 2009

Ícones do cinema

A revista Empire, importantíssima revista norte-americana especializada em cinema, fez, para sua edição de dezembro, uma matéria especial com os dez maiores ícones do cinema da década, e com isso, sairá nas bancas com dez capas diferentes, uma dedicada a cada ícone. Eu achei um ótima seleção e as capas estão muito boas, dá vontade de comprar todas. Vamos a elas.

A capa número um é dedicada a Aragorn (Viggo Mortensen). O personagem foi o reponsável por trazer a carreira de Viggo de volta aos holofotes hollywoodianos, além de ter sido um dos mais marcantes da trilogia, perdendo, na minha opinião, apenas para Gollum (Andy Serkis), que também merecia uma capa.


A segunda capa foi para o James Bond de Daniel Craig. O ator foi o reponsável pela revitalização do personagem para um novo público e sua encarnação do espião mais famoso dos cinemas foi elogiada por grande parte da crítica especializada. Além disso, seus filmes são os mais rentáveis de toda a série.


A terceira é da nova cara dos filmes de ação e espionagem, Jason Bourne (Matt Damon). O personagem deu nova cara aos filmes de espionagem e se tornou grande sucesso em todo o mundo, além de transformar seu intérprete, Matt Damon, um astro de ação rentável. Dizem que um quarto filme está a caminho, vamos aguardar.


A quarta capa vai para uma favorita minha e única mulher na lista, A Noiva (Uma Thurman), de Kill Bill. Quentin Tarantino e Uma criaram mais uma personagem marcante e única, algo comum nos filmes do diretor. Além disso, A Noiva foi a personagem que revitalizou a carreira de Uma Thurman, antes perdida após muitas escolhas erradas, como o filme Os Vingadores e Batman & Robin.


A quinta capa eu certamente colocaria como o personagem da década: Coringa (Heath Ledger). O persongem foi sem dúvida nenhuma um dos grandes responsáveis pelo sucesso arrebatador do filme O Cavaleiro das Trevas, sem desmerecer o grande filme criado pelo diretor Christopher Nolan. A atuação de Heath é imortal. Seu Coringa nos passa a sensação de perigo constante, loucura, risco e ainda consegue ser carismático. Não tem como negar que ele é o vilão da década e o personagem mais interessante em tempos. Além disso, Heath teve o trabalho reconhecido com o Oscar de melhor ator coadjuvante.


A sexta capa eu devo confessar que não entraria na lista se fosse uma escolha minha, no caso eu não me lembraria desse personagem: Maximus (Russel Crowe). Admito que é um grande trabalho de Russel Crowe, um excelente filme, um ótimo personagem, mas não me impactou tanto para que estivesse na minha memória no momento da escolha.


A sétima capa é mais do que merecida. O bruxo mais famoso dos cinemas, Harry Potter (Daniel Radcliffe). Não há como negar o sucesso do personagem. Ele é o protagonista de uma das séries cinematográficas e literárias de maior sucesso artístico e financeiro de todos os tempos. São milhões de cópias de livros vendidos, milhões e milhões em bilheterias e produtos com a marca do bruxo vendem como água. Sua marca na história do entretenimento está mais que registrada. E ainda tem muito dinheiro a ser feito pela frente. Nos próximos dois anos entram em cartaz nos cinemas os dois últimos filmes da série, que adaptam o último livro. Alguém duvida que esses dois filmes estarão entre as maiores bilheterias de todos os tempos?


Na oitava capa está um personagem não muito conhecido no Brasil, Shaun (Simon Pegg). Protagonista de uma das melhores comédias de terror de todos os tempos, Shaun of the Dead (que tem o péssimo título no Brasil de Todo Mundo Quase Morto), Shaun é um personagem marcante por expor os defeitos do ser humano do século XXI. Sua vida é uma bagunça, ele se mostra totalmente alienado de todo o mundo a sua volta, sua vida se resume a trabalhar e viver sentado diante da TV jogando video game com seu companheiro de apartamento. Ele acaba se tornando um dos heróis mais improváveis do cinema.


A nona capa é destinada a um dos personagens mais carismáticos dos últimos tempos, Jack Sparrow (Johnny Depp). O protagonista da trilogia Piratas do Caribe foi uma grata surpresa e um frescor de interpretação em um filme que parecia fadado a ser mais do mesmo. Além disso, ele foi o responsável por mostrar o grande ator que Johnny Depp é para o grande público e pela primeira indicação do ator para o Oscar.


A décima e última capa vai para o mutante mais famoso dos quadrinhos e do cinema, Wolverine (Hugh Jackman). O mais conhecido dos X-Men se imortalizou nos cinemas graças ao ator que o interpreta. Hugh Jackman, que entrou como segunda opção para interpretar o personagem, se tornou a encarnação perfeita do mutante. Hoje em dia, nos cinemas, a ligação entre Wolverine e Hugh Jackman é automática, quando se pensa no personagem se pensa no ator. Além do grande sucesso da trilogia mutante nos cinemas, Wolverine começou sua carreira solo na sétima arte com o pé direito, não no quesito qualidade, mas no quesito sucesso, se tornando uma das maiores bilheterias do ano. Uma continuação já está nos planos.



Essa foi a lista da Empire. Você concorda? Deixe seu comentário sobre o que faltou ou se a lista está bem formulada.

See ya!!!

Fonte: Cine Séries