Ontem, algumas horas antes de sua estreia oficial no canal E! Entertainment, o clipe de Marry The Night, quinto single do álbum Born This Way, da Lady GaGa, caiu na rede, e como muitos vinham especulando, o vídeo tem longos 13 minutos de duração. Eu gostei muito do vídeo, mas ele poderia sim ser menor, com uma edição mais prática e sem alguns momentos que soam desnecessários. Marry The Night é, como a própria GaGa define, um clipe biográfico, mostrando um pouco da vida da cantora, os momentos difíceis pelos quais ela passou no início de carreira (como a sua demissão da Def Jam alguns meses depois de ter assinado contrato em 2006), sua ascensão junto com a Interscope (sua atual gravadora) e sua paixão por New York.
O vídeo, dirigido pela própria GaGa, tem momentos interessantes, diálogos bons e um figurino belíssimo, mas com mais ou menos nove minutos apenas de história no começo, sem música, o clipe acaba perdendo a atenção de quem está assistindo. Mas isso tudo muda quando a música começa e GaGa se joga de corpo e alma em coreografias boas (principalmente para ela, que não é das melhores dançarinas) e muita explosão. Referências não faltam, desde filmes como Footloose e Cisne Negro, até momentos da carreira da própria. Alguns dizem inclusive que a cena do estúdio de dança vai de encontro com o que Madonna fez em Hung Up. Semelhanças existem, fato, mas não adianta, tudo que GaGa fizer gerará comparações com Madonna, já virou rotina (não que ela não se inspire copie o que a rainha faz, mas ai já é outra discussão). No final das contas, Marry The Night é um bom vídeo, peca por alguns excessos, mas não chega a ser ruim como foi The Edge of Glory. No entanto, acho que falo por todos quando digo que sinto saudades de clipes como Paparazzi, Bad Romance e Telephone, mas esses são obras primas da cantora e superá-los não será fácil. Confira Marry The Night abaixo:
See ya!!!






