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terça-feira, 14 de agosto de 2012

Taylor Swift retorna mais pop que nunca com We Are Never Ever Getting Back Together

2012, é você? As profecias devem estar certas e o fim do mundo deve estar próximo mesmo. Só assim para explicar o que tem acontecido este ano. Primeiro Justin Bieber lançou um álbum simplesmente incrível - nunca achei que classificaria algo do cantor desta forma -, agora é a vez de eu me interessar por uma música da Taylor Swift. Tem coisa errada aqui gente.

Ontem Taylor - também conhecida como a pessoa menos interessante deste mundo - realizou uma espécie de coletiva de imprensa pelo You Tube para anunciar seu novo álbum e apresentar aos fãs o primeiro single deste novo trabalho. O novo álbum se chama Red, será lançado no dia 22 de outubro, terá 16 faixas em sua versão standard, contará com produções de ninguém mais ninguém menos que Max Martin (Britney Spears) e ainda terá uma participação do queridinho britânico Ed Sheeran. Confira a capa do álbum abaixo que já dá bons indícios de que teremos uma Taylor muito mais pop:


E se a capa do álbum não foi o suficiente para você acreditar em uma Taylor pop, então é só ouvir o primeiro single do álbum, We Are Never Ever Getting Back Together - precisava de um título tão grande?. A música ainda tem uma base country, com o violão e tal, mas sua estrutura, refrão e estilo são totalmente pop, o que já era de se esperar de uma produção de Max Martin e Shellback. Confira abaixo o lyric video da faixa:



See ya!!!

terça-feira, 10 de abril de 2012

Maroon 5 revela capa do novo álbum, Overexposed

O Maroon 5 anunciou no fim do mês passado que estava preparando um novo álbum para ser lançado no próximo dia 26 de junho. O novo trabalho da banda liderada por Adam Levine se chama Overexposed e teve sua capa liberada hoje na página da banda no Facebook. Este é o quarto álbum de estúdio da banda e segue o Hands All Over que foi lançado em 2010. Segundo o E! Entertainment, Overexposed contará com dez novas músicas e deve seguir um caminho mais pop, assim como o último single da banda, Moves Like Jagger, como Adam Levine garantiu em uma entrevista a Rolling Stone. E se levarmos em consideração a lista de produtores, isto é certo. Overexposed conta com a produção de Max Martin (Britney Spears), Benny Blanco (que produziu Moves Like Jagger) e Ryan Tedder. Entre as faixas confirmadas até agora temos One More Night, que é descrita como irresistível, Beautiful Goodbye, uma balada, e Payphone, que conta com a participação do rapper Wiz Khalifa e deve ser o primeiro single. Confira a capa abaixo:


See ya!!!

quarta-feira, 30 de março de 2011

Femme Fatale - Review

Para começar a falar de Femme Fatale, novo álbum de inéditas da Britney Spears, preciso citar uma frase da crítica feita pelo site Popjustice: em uma tradução livre, Femme Fatale é brilhante.


Britney Spears conseguiu superar aquele que até então era sua obra-prima, Blackout, álbum lançado em 2007 logo após a fase mais atribulada de sua vida. Entre esses dois grandes trabalhos tivemos Circus, um bom álbum, mas pouco relevante. Com Femme Fatale Britney atingiu a perfeição, acredito eu, já que deixou de investir nas suas baladinhas que muitas vezes eram cansativas. Tenho que confessar que mesmo sendo um grande fã nunca curti muito suas músicas mais lentas como I'm Not a Girl, Not Yet a Woman e Everytime. Britney Spears para mim é sinônimo de música para dançar, para se acabar nas pistas, e isso é o que ela sempre fez melhor.

Para criar Femme Fatale Britney se cercou dos melhores. Dr. Luke e Max Martin, produtores recorrentes nos principais sucessos atuais, tomam conta de mais da metade do álbum. Além deles, temos Bloodshy & Avant, Shellback, Benny Blanco, will.i.am Fraser T. Smith, entre outros. O álbum começa com os dois primeiros singles dessa nova era, Till The World Ends e Hold It Against Me, músicas feitas para ir diretamente para as melhores baladas e fazer todo mundo dançar. E é nesse começo que já percebemos o ritmo que seguirá o álbum, todo baseado no dubstep, estilo criado em Londres no início dos anos 2000 e que, nos últimos anos, se tornou o queridinho dos produtores e cantores. O resultado foi um álbum recheado de músicas prontas para serem hits, músicas feitas para serem single, não importa a escolha, todas tem capacidade de atingir o sucesso.

Continuando temos Inside Out, que é uma das mais lentas do álbum, mas ainda assim possui um ritmo viciante e se baseia inteiramente nas características do gênero que originou o álbum. A quarta faixa é I Wanna Go, uma das minhas favoritas. Nascida para bombar, a música tem um refrão viciante e aquele assovio que fica na sua cabeça. É impossível ouvir e não ficar cantando depois. How I Roll, quinta música, segue o estilo com os vocais distorcidos e subidas e descidas. A sexta faixa, (Drop Dead) Beautiful, conta com a parceria de uma nova rapper no melhor estilo Nicki Minaj, mas com um rap que não é tão potente quanto o da Harajuku Barbie. A música é deliciosa e como todas as outras do álbum é totalmente grudenta. É impossível ouvir Femme Fatale e não cantar junto e ainda ficar com aquilo na cabeça por muito tempo depois.

Seal It With a Kiss é a sétima música e é mais um uptempo com melodia gostosa para dançar e cantar junto. Seguindo temos Big Fat Bass, música produzida por will.i.am (Black Eyed Peas) e que também conta com seus vocais. will.i.am mostra que continua com sua paixão pelo eletrônico bem robótico e pelo auto-tune, o que não é ruim, quando ele utiliza em cantores com o perfil certo. Ele só devia deixar de fazer isso com seu próprio grupo, que é muito melhor fazendo algo mais cru e voltado para o hip-hop. A música, que dizem ser o terceiro single, tem tudo para fazer um grande sucesso. As músicas nove e dez, Trouble For Me e Trip To Your Heart, foram pouco comentadas durante a promoção do álbum, o que resultou em uma grande surpresa. A segunda segue aquele estilo de música eletrônica quase romântica e, além de tudo, foi produzida por Bloodshy & Avant, responsáveis pelo hit Toxic da cantora.

Para fechar a versão standard temos Gasoline e Criminal. A primeira é a delicinha que mantém o estilo do resto do álbum, e extremamente viciante por sinal. A segunda é a que mais deixa o dubstep de lado, lembrando inclusive a época American Life da Madonna, o que a qualifica como forte candidata a uma das melhores do álbum e com uma letra ótima:

But, mama, I'm in love with a criminal
And this type of love isn't rational, it's physical
Mamma, please don't cry, I will be all right
All reason aside, I just can't deny
I love that guy

Femme Fatale ainda conta com cinco faixas bônus em sua versão deluxe. São elas: Up N' Down, He About To Lose Me, Selfish, Don't Keep Me Waiting e Scary (presente apenas na versão japonesa do álbum). Se ainda não ouviu Femme Fatale, ouça e me conte qual sua favorita. Eu ainda não consegui decidir, mas I Wanna Go está ganhando por pouco. Femme Fatale foi lançado ontem, dia 29, em quase todo o mundo. Confira abaixo o clipe para o primeiro single, Hold It Against Me:



See ya!!!