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domingo, 23 de dezembro de 2012

Fique de olho: filmes que merecem sua atenção!

Fim do ano chegando e junto com ele as principais premiações e listas de melhores do ano começam a pipocar por todos os lados. É inegável que na maior parte do tempo discordamos de tudo isso e até nos irritamos com algumas escolhas. Quem nunca ficou morrendo de ódio com o vencedor do Oscar? Quem nunca parou para pensar o quanto o Globo de Ouro é ridículo em suas indicações? Quem nunca achou pura injustiça aquele filme que tanto amou ter sido esculachado por aquele crítico? No entanto, ainda assim é impossível deixar de acompanhar tudo isso.

Aproveitando o tema, selecionei alguns filmes que ainda não foram lançados por aqui e que merecem sua atenção. Seja por ter figurado na maioria das listas de melhores do ano, seja por ter sido ovacionado pelos festivais mais alternativos ou mesmo por eu considerar que tal obra vale a pena uma conferida. Pode ter certeza de que muita coisa deve ter ficado de fora, mas fiz meu melhor para conseguir selecionar os mais interessantes.


Tinha como começar diferente? O novo filme de Quentin Tarantino, com a sua versão dos faroestes clássicos, com Leonardo DiCaprio como vilão, Christoph Waltz mais uma vez em um papel que já nasceu icônico, Jamie Foxx 'badass', ação e violência de qualidade e uma trilha sonora impecável. Preciso dizer algo mais? É Tarantino gente, não dá para perder!




A diretora vencedora do Oscar por Guerra ao Terror está de volta com mais uma trama envolvendo a guerra dos EUA ao terror, só que desta vez ela foi mais ambiciosa - e deve ter tido muito mais dinheiro, já que sua carreira está bombando atualmente. Ao invés de focar em um esquadrão anti-bomba, o negócio aqui é a caçada ao inimigo número um dos EUA, Osama Bin Laden, e o resultado parece ser impecável. Os trailers passam uma carga dramática carregadíssima, em especial resultado do trabalho mais que elogiado de Jessica Chastain como a protagonista, e o filme já foi eleito um dos melhores de 2012 em diversas listas. Vale a pena não deixar passar.




Drama familiar, personagens com personalidade complicada, atores incríveis e um diretor que ganhou muito destaque recentemente, com as indicações ao Oscar por O Vencedor, mas que há muito se destaca por sua habilidade de conduzir qualquer tipo de produção de forma impecável. É aquele tipo de filme que deve agradar muito os fãs de produções indie que contam com bom roteiro, boas interpretações e uma trilha de qualdiade.




Não gostei de O Discurso do Rei principalmente por sua direção extremamente chata e exageradamente certinha. No entanto, não posso deixar Os Miseráveis de fora da minha lista e são diversos os fatores que me fazem superar minha raiva de Tom Hooper. Primeiro por ser um musical, o que eu amo. Segundo pelo elenco incrível: Hugh Jackman, Anne Hathaway, Amanda Seyfried, Sacha Baron Cohen, Helena Bonham Carter, Russell Crowe, entre tantos outros. E terceiro pelo nível épico que a produção parece ter. Simplesmente incrível!!!




Paul Thomas Anderson é o responsável por alguns dos meus filmes favoritos. Boogie Nights, Magnolia e Sangue Negro são produções simplesmente geniais, o que já garante a expectativa nas alturas pelo novo filme do diretor, O Mestre. Como se isso não fosse o suficiente, ainda temos o "retorno" de Joaquim Phoenix e uma história que causou certa polêmica com as semelhanças gigantescas com a origem da Cientologia. Para coroar, O Mestre ainda saiu com o Leão de Prata do Festival de Veneza deste ano. Um currículo de respeito.




Para encerrar a lista, já que preciso fazer isso em algum momento, não poderia deixar Amour, novo filme do diretor Michael Haneke de fora. Só pelo trailer já me emocionei mais que em muito filme inteiro por aí. É de uma sensibilidade, de uma delicadeza e de uma beleza que não tem como não se sentir ansioso pela produção. E já que o nosso incrível O Palhaço ficou de fora da corrida pelo Oscar de filme estrangeiro, que seja Haneke.



See ya!!!

sábado, 30 de junho de 2012

The Man With The Iron Fists: filme produzido por Quentin Tarantino ganha trailer cheio de estilo

Não poderia ter ninguém melhor para produzir The Man With The Iron Fists que Quentin Tarantino. Só pelo trailer lançado nesta quinta-feira já percebemos que o filme evoca tudo o que ele gosta: é uma homenagem/reimaginação de um gênero clássico, cheio de ação estilizada e exagerada e com muito sangue. Diante de tudo isso, eu não poderia estar mais curioso e ansioso pelo resultado final.

A produção é o primeiro filme dirigido pelo rapper e ator RZA, parceiro de longa data de Tarantino, que inclusive está no novo filme do diretor, Django Livre. RZA ainda é o protagonista do filme, além de também ser responsável pela história e pelo roteiro, juntamente com Eli Roth, diretor de O Albergue e que atuou no filme Bastardos Inglórios, do Tarantino. Ou seja, tudo entre amigos. O elenco ainda conta com Russell Crowe, Lucy Liu e Jamie Chung, além de grandes estrelas do cinema oriental como Rick Yune e Cung Le.

The Man With The Iron Fists ainda não tem data de estreia definida, mas a previsão é de que chegue aos cinemas norte-americanos até o fim do ano. Já por aqui, tenho minhas dúvidas se teremos a oportunidade de ver esta possível preciosidade nos cinemas.

Confira o trailer abaixo:



See ya!!!

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Django Unchained: novo filme de Quentin Tarantino ganha trailer

Está no ar o primeiro trailer do novo filme de Quentin Tarantino, Django Unchained. Não preciso dizer muito né, quem me conhece já deve imaginar que eu amei e que mal posso esperar para ver o filme. O vídeo nos apresenta a nosso protagonista Django (Jamie Foxx), um escravo liberto por um caçador de recompensas (Christoph Waltz) que está em busca de sua esposa há muito tempo sequestrada. Temos também relances de cenas da dupla com o personagem de Leonardo DiCaprio Calvin Candie, o vilão da história. O trailer também já nos mostra algumas cenas cheias de estilo que só viriam de Tarantino e é embalado por uma trilha sonora que não poderia estar no filme de outro diretor. Django Unchained (que deve ter o título de Django Livre no Brasil) estreia no dia 25 de dezembro nos EUA e no dia 18 de janeiro por aqui. Confira abaixo a sinopse oficial e o trailer:
"Na trama, ambientada no sul dos Estados Unidos dois anos antes da Guerra Civil, Django (Jamie Foxx) é um escravo cujo histórico brutal com seus ex-senhores o coloca cara a cara com o caçador de recompensas alemão, Dr. King Schultz (Christoph Waltz). Os dois passam a caçar criminosos pelo sul dos EUA e vão ao resgate de Broomhilda (Kerry Washington), esposa de Django perdida para o tráfico de escravos. A busca acaba levando-os até Calvin Candie (Leonardo DiCaprio), o proprietário de 'Candyland', uma fazenda abominável onde os escravos lutam entre si por esporte."


See ya!!!

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Primeiras imagens oficiais de Django Unchained, novo filme de Quentin Tarantino

Quem me conhece ou acompanha o blog sabe o quanto sou fã do Quentin Tarantino e, por isso, devem imaginar o quão ansioso eu estou pelo seu novo filme, Django Unchained. E para saciar um pouco da minha curiosidade e ansiedade pelo que vem por aí, temos as duas primeiras imagens oficiais do filme que foram divulgadas hoje.

Django Unchained é a "homenagem" do diretor aos faroestes sulistas e só por ser uma filme do Tarantino já teria minha atenção, mas não atrapalha em nada ele ter Leonardo DiCaprio, Christoph Waltz e Jamie Foxx como seus protagonistas. DiCaprio já provou o quanto é bom nos muitos filmes dele junto com Scorsese e nas mãos de Tarantino pode atingir o ápice de sua carreira. Foxx, que já ganhou inclusive o Oscar por sua interpretação do Ray Charles no filme Ray, estava meio sumido por causa de suas escolhas fracas nos últimoas anos, mas deve reerguer sua carreira, o que Tarantino sabe fazer muito bem, vide John Travolta. Já a combinação Tarantino e Waltz a gente sabe muito bem no que dá, só digo isso: "that's a bingo!".

Além do trio, Django Unchained conta com Kerry Washington, Kurt Russell, Samuel L. Jackson, Sacha Baron Cohen, Anthony LaPaglia e RZA, entre tantos outros no elenco. O filme estreia no dia 25 de dezembro nos EUA - um belo presente de Natal -, época em que a maioria dos filmes lançados são os que estão de olho nas premiações que estão por vir como o Globo de Ouro e o Oscar. Por aqui chega no dia 18 de janeiro. Abaixo você pode conferir a sinopse oficial do filme e as duas imagens divulgadas hoje:

"Ambientado no sul dos Estados Unidos dois anos antes da Guerra Civil, Django Livre é estrelado pelo vencedor do Oscar, Jamie Foxx, como Django, um escravo cujo histórico brutal com seus ex-senhores o coloca cara a cara com o caçador de recompensas alemão, Dr. King Schultz (o vencedor do Oscar, Christoph Waltz). Schultz está no encalço dos sanguinários irmãos Brittle, e Django é o único que pode levá-lo à sua recompensa. Heterodoxo, Schultz compra Django com a promessa de alforriá-lo assim que capturar os Brittle – mortos ou vivos.
O sucesso leva Schultz a libertar Django, embora os dois optem por não seguirem caminhos separados. Em vez disso, Schultz caça os criminosos mais perigosos do sul dos EUA tendo Django ao seu lado. Aperfeiçoando suas habilidades vitais de caça, Django permanece focado em um único objetivo: encontrar e resgatar Broomhilda (Kerry Washington), a esposa que ele havia perdido para o tráfico de escravos há muito tempo. A busca de Django e Schultz acaba levando-os até Calvin Candie (Leonardo DiCaprio), o proprietário de “Candyland”, uma fazenda abominável onde os escravos são preparados pelo treinador Ace Woody (Kurt Russell) para lutarem entre si por esporte.
Explorando a fazenda sob falsos pretextos, Django e Schultz despertam a desconfiança de Stephen (Samuel L. Jackson), o fiel escravo doméstico de Candie. Suas manobras são percebidas, e uma organização traiçoeira fecha um cerco ao seu redor. Se Django e Schultz quiserem escapar levando Broomhilda, eles precisam escolher entre a independência e a solidariedade, entre o sacrifício e a sobrevivência…" (fonte: Omelete)



See ya!!!

domingo, 25 de março de 2012

Review: MDNA

"There's only one queen and that's Madonna, bitch!". Esta é a frase que Nicki Minaj dispara na música I Don't Give A, segunda colaboração da rapper com a rainha em seu novo álbum, o MDNA. E ela não poderia estar mais certa. O novo trabalho de Madonna é a prova de que ela continua a melhor entre as cantoras pop e de que ninguém a tirará do trono tão cedo. MDNA é uma mistura de sonoridades intrigante e apaixonante que busca na própria carreira da cantora referências para a sua criação e se vale de tendências da música atual para renová-las e te conquistar. Desde a primeira batida de Girl Gone Wild, música que abre o álbum e é também o segundo single, Madonna deixa claro que é capaz de ainda ser relevante e jovial, mesmo aos 53 anos de idade. MDNA é também um dos álbuns mais profundos de sua carreira. Este novo trabalho é um desabafo em relação às suas decepções amorosas, em especial seu divócio de Guy Ritchie, e ainda uma reflexão sobre a sua própria forma de viver, sua relevância, as mudanças pelas quais passou com o tempo e o aprendizado que a vida lhe trouxe.

Apesar de Madonna começar o álbum com uma oração em que ela pedi por ser uma garota má, os primeiros minutos do MDNA são uma explosão. Batidas aceleradas, sintetizadores, breaks e letras que induzem o ouvinte a se jogar na pista junto com Madonna. E nisso ela é a melhor, sem dúvidas. Chega de muitas reflexões, neste início ela quer ser a garota que descontrolada e Girl Gone Wild é a principal prova disto, com sua letra despretensiosa sobre se divertir sem medo de ser feliz e sem se preocupar com as consequências. É uma produção redonda da parte de Benny e Alle Benassi que evoca sonoridas do famoso remix de Celebration feito por Benny. Pronta para as pistas e para começar o álbum em alta. Em seguinda temos Gang Bang, minha faixa favorita do álbum e também a favorita da própria Madonna, como ela afirmou ontem na entrevista realizada no Facebook. A primeira produção do álbum de seu parceiro de longa data William Orbit, em parceria com o Demolition Crew, é uma música de batida crescente que faz cada músculo do seu corpo querer dançar. Madonna canta com uma voz mais baixa e grave que passa a sensação ameaçadora pretendida para uma faixa tão forte, afinal ela acabou de atirar na cabeça de seu amado e não se mostra nenhum pouco arrependida. Gang Bang, que foi escrita em parceria com o cantor Mika, também possui um break de dubstep matador (desculpe o trocadilho) e um encerramento dos melhores, épico, cinematográfico, assim como a faixa toda. Inclusive Madonna disse na entrevista de ontem que ela gravou Gang Bang pensando no Quentin Tarantino e que adoraria fazer um clipe para a música dirigido por ele. Não consigo nem conceber esta parceria, eu morreria.

A terceira faixa do MDNA é I'm Addicted, segunda produção de Benny e Alle Benassi para o álbum, e é mais uma porrada eletrônica progressiva com um começo mais baixo e um refrão que explode enquanto Madonna proclama que está "viciada em seu amor", comparando-o inclusive com a droga MDMA, droga que foi responsável por uma polêmica boa em relação ao nome do álbum na época em que foi divulgado. A primeira produção de Martin Solveig no MDNA é Turn Up The Radio, quarta faixa do álbum que serve para Madonna assumir que andou meio perdida e que precisa se reencontrar, "deixar o passado para trás", como ela diz na própria música. A música é um exemplo perfeito do estilo de electro-pop produzido por Solveig e pelo qual ele ficou conhecido no seu álbum de estreia, Smash. A faixa de número cindo do MDNA já é bem conhecida: Give Me All Your Luvin', primeiro single do álbum e que contou com a participação de Nicki Minaj e M.I.A. A produção de Margin Solveig é alegre e tem aquele clima de líder de torcida perfeito para o seu papel: promover a apresentação da rainha no Super Bowl. Some Girls é o retorno das produções de William Orbit em uma faixa cujo eletrônico e o estilo robótico é a sua base enquanto Madonna se compara com "outras garotas" e diz que jamais será como elas.

Se você gosta de uma Madonna mais fofa, mais amorosa, como em Cherish, você vai amar Superstar. A música, que parece ser para seu atual namorado, foi produzida por Hardy “Indiigo” Muanza e traz Madonna comparando seu amado a "superstars" como Marlon Brando. Com uma base pop bem menininha a faixa conta com a filha da Madonna, Lola, nos backing vocals. É uma das faixas que menos gosto do álbum, o que não quer dizer que eu não goste, mas prefiro aquela Madonna puta das faixas anteriores com batidões de fazer todo mundo se acabar na pista. A faixa citada no início deste post, I Don't Give A, segunda colaboração de Madonna com Nicki Minaj no álbum, é a próxima do MDNA e é a mais diferente de tudo que Madonna já fez. Produzida mais uma vez por Martin Solveig, I Don't Give A traz Madonna fazendo rap enquanto destila todo seu veneno contra seu ex-marido Guy Ritchie e diz que vai ficar bem. Delicinha de faixa que fica ainda melhor com os versos de Nicki Minaj e o coro no final. Uma das minhas favoritas do álbum também.

O bloco final do álbum em sua versão standard contém quatro faixas que são produções de William Orbit. A primeira delas é I'm a Sinner, faixa que tem uma pegada de Beautiful Stranger com letras mais controversas da época de Like a Prayer em que Madonna confessa ser uma pecadora e gostar disso, além de fazer citações um tanto quanto polêmicas, como no trecho: "Jesus Christ hanging on the cross/died for our sins/it’s such a loss". Love Spent, décima faixa do MDNA, é um pop daqueles que só poderiam ter saido do trabalho de Madonna com William Orbit. Com um banjo em seu começo, algo no mínimo incomum para o gênero, a faixa é mais uma dedicada a Guy Ritchie com Madonna disparando que ele só teria se casado com ela por causa de seu dinheiro e fama #Tenso.

Reduzindo o ritmo no final do álbum temos a balada Masterpiece, faixa composta por Madonna e produzida por William Orbit para o filme dirigido por ela, W/E, e vencedora do Globo de Ouro este ano de melhor canção. Masterpiece tem uma pegada meio latina e descreve o amor impossível e compara o amado a uma obra de arte. A música é linda, mas, se você busca uma linearidade, uma temática para o álbum, ela não se encaixa dentro do que foi proposto pelo resto do trabalho. Continuando nas baladas, Madonna encerra a versão standard do MDNA com Falling Free, uma faixa sobre sua libertação e o fim de um relacionamento (seu casamento?). Uma bela produção que lembra muito o álbum Ray of Light por sua calma e pelo uso de instrumentos como violino e piano. Falling Free está mais alinhada ao tema do álbum em se tratando de sua composição.

Entre as faixas da versão deluxe, temos a ótima Beautiful Killer, faixa bem oitentista com a batida inconfundível de seu produtor Martin Solveig e cuja inspiração para sua criação foi o astro do cinema francês Alain Delon. Solveig também produz a faixa seguinte, I Fucked Up, uma mid-tempo em que Madonna finalmente admite também ter tido culpa no fracasso de seu casamento com Guy Ritchie. B-Day Song, segunda colaboração de Madonna com M.I.A. no álbum, é apenas uma faixa com aquele clima bem anos 60/70 sobre Madonna amar celebrar seu aniversário. Dizem as más línguas que B-Day Song era uma das faixas da versão standard do álbum, mas acabou sendo jogada para as deluxe por causa do incidente de M.I.A. no Super Bowl. Madonna não teria gostado nada do acontecido e tirado a faixa das principais do álbum. Se isso realmente aconteceu ou não, eu não sei, só sei que a faixa não se justificaria no meio das outras, já que, apesar de delicinha, não parece parte do todo que o álbum é e se encaixou bem melhor entre as faixas deluxe. Em seguida temos Best Friend, outra produção de Benny e Alle Benassi, em que Madonna admiti sentir falta de seu ex e que mesmo não se arrependendo do que aconteceu, ele sempre será parâmetro para seus outros amores. Best Friend é algo bem diferente do resto do que foi produzido pelos Benassi para o álbum, é uma faixa mais calma, quase uma mid-tempo. Além destas, a versão deluxe do MDNA ainda conta com o remix de Give Me All Your Luvin' feito pelo LMFAO, farofão do bom.

Resumindo a história, MDNA é um apanhado de estilos da própria Madonna, renovados com tendências atuais da música e unificados em um álbum viciante e delicioso de se ouvir, de ponta a ponta. Pode ser meu lado fanático por ela falando, mas é um dos seus melhores trabalhos de todos os tempos e deve ser, sem dúvidas, o melhor álbum de 2012. O MDNA será lançado nesta segunda-feira, 26 de março. Abaixo o clipe de Girl Gone Wild, para quem ainda não viu:



See ya!!!

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Na Na Na (Na Na Na Na Na Na Na Na Na)

De volta com as postagens depois de um bom tempo sumido. Quero me desculpar, mas realmente estava sem tempo, e para ajudar não estava achando nada interessante nessa vida. E para esse retorno trago o novo single da banda My Chemical Romance, cujo nome é o mesmo do post. Isso mesmo, a música se chama Na Na Na (Na Na Na Na Na Na Na Na Na).


Como eu disse aqui mesmo no blog há uns dias, eles estão se preparando para lançar o novo álbum, Danger Days: The True Lives of the Fabulous Killjoys, dia 22 de novembro, quatro anos depois de seu último trabalho de estúdio, The Black Parade. A música já estava tocando por ai há algum tempo e hoje saiu o clipe, que é praticamente uma versão estendida do "trailer" apresentado pela banda para anunciar o novo lançamento. Continua aquele clima de filme oitentista, muito colorido e com um estilo que muitos dizem lembrar Quentin Tarantino. Confira abaixo o clipe que estreou hoje na MTV americana:



See ya!!!

domingo, 19 de setembro de 2010

Tarantino

Todos já sabem que o Quentin Tarantino é meu diretor favorito, que amo seus filmes, que o acho genial e por ai vai. Mas o post de hoje vai além de ser algo relacionado ao Tarantino. O post de hoje é por toda a genialidade do criador desses cartazes sensacionais que reinventam os cartazes e retratam os filmes do Tarantino de uma forma sensacional. Eles são obras de um designer chamdo Ibraheem Youssef. O cara realmente é muito bom, ele sabe como fazer referência ao filme sem deixar óbvio. Ele pega elementos fortes na trama e os traduz em elementos visuais para o cartaz. Confira os ótimos cartazes abaixo:


Além disso você pode conferir o trabalho de Ibraheem Youssef em seu próprio site, que está repleto de grandes obras. Clique aqui.

See ya!!!

Fonte: Collider

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Regras da Atração

Ontem finalmente assisti Regras da Atração (Rules of Attraction), com um pequeno atraso de oito anos. O filme, lançado em 2002, era um daqueles filmes que eu sempre quis ver mas nunca tive oportunidade. Na verdade, eu nunca tinha visto o filme em nenhuma locadora e nunca tinha achado para download com legendas, até que semana passada, em um blog indicado pela Desirée, encontro o filme. Sem pensar duas vezes, baixei e assim que sobrou um tempinho, assisti.


Regras da Atração é uma comédia dramática roteirizada e dirigida por Roger Avary - colaborador de Quentin Tarantino nos roteiros de Pulp Fiction e Cães de Aluguel - e baseada no livro de Brett Easton Ellis, mesmo autor do livro que deu origem a um dos meus filmes favoritos, Psicopata Americano, com Christian Bale. A aproximação das obras é maior que apenas o fato de serem escritas pela mesma pessoa. Um dos personagens principais de Regras da Atração, Sean Bateman, é irmão do personagem de Bale em Psicopata Americano, Patrick Bateman. Quem conhece Psicopata Americano sabe o quanto os personagens de Ellis podem ser ao mesmo tempo perturbadores e extremamente reais. Dito isso, vamos à Regras da Atração.


O filme narra a história de três personagens principais. O já citado Sean Bateman, um traficante que faz sexo com quase todas as mulheres do campus e está muito endividado com seu fornecedor; Lauren Hynde, uma das poucas ainda virgem no campus, que está se guardando para o namorado que está viajando pela Europa; e Paul Denton, ex-namorado de Lauren, que na verdade é gay e vive nas festas em busca de homens. No desenrolar da trama, Bateman se apaixona por Lauren por acreditar que é ela quem manda cartas apaixonadas, cheirosas e anônimas para ele, Lauren também se apaixona por Bateman e passa a acreditar que ele seria o cara perfeito para perder sua virgindade, e Paul também se apaixona por Bateman.


Essa confusão de sentimentos é muito bem retratada pelo roteiro inteligente e sarcástico de Avary. O diretor/roteirista sabe condizir a história de forma inovadora e segura, não deixando pontas soltas e tirando o melhor de seus atores. Bateman é interpretado por James Van Der Beek que se desvencilha do estigma de bom moço que construíu durante as várias temporadas como Dawson em Dawson's Creek e demonstra seu lado cafageste e problemático. O filme também nos traz um jovem Ian Somerhalder, com cara de menino e antes de conhecer o sucesso por Smallville e Lost. Somerhalder interpreta Paul de uma maneira sarcástica e um pouco afetada, no tom perfeito. Lauren é interpretada por Shannyn Sossamon, que passa a dualidade de uma jovem que por fora parece confiante, mas por dentro tem suas dúvidas e medos. Shannyn Sossamon fez no mesmo ano a comédia 40 Dias e 40 Noites, com Josh Hartnet.


Um dos grandes trunfos de Regras da Atração é o transitar entre os gêneros e o realismo impresso nos personagens, que ao contrário das típicas comédias românticas, passam longe da perfeição. A encenação e o controle de câmera do diretor também se destacam. Ele conta a história de uma forma diferente, com telas divididas, rebobinar de fitas, de trás para frente. É realmente um deleite ver o controle que Avary tem da história, que mesmo com todos esses recursos, não se perde. O filme ainda foi um dos primeiros trabalhos de Jessica Biel e Kate Bosworth, que hoje fazem sucesso em grandes filmes por aí.

Altamente recomendado. Veja o trailer abaixo:



See ya!!!

p.s. Desculpem pela qualidade das fotos, foi só o que achei na internet.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Grindhouse gerou frutos

Quando Grindhouse foi lançado nos EUA, com suas sessões duplas, entre os filmes Planeta Terror e À Prova de Morte, foram exibidos trailers falsos de "grandes" produções do gênero. Os trailers eram parte da obra, por isso, tinham a mesma aura de filme trash dos filmes principais. Cada trailer foi dirigido por um diretor diferente e as ideias eram realmente muito boas para ficarem só nisso. Eis que algum tempo depois eles anunciaram a produção de dois filmes baseados em dois desses trailers.

O primeiro a ser anunciado foi Machete. O trailer falso, dirigido pelo próprio Robert Rodriguez, trazia um de seus atores favoritos, o sempre competente, Danny Trejo, como um assassino que foi traído por seus contratantes e que resolve se vingar, no melhor estilo Charles Bronson. Machete, o nome do persongem, também é um tipo de faca, instrumento preferido do personagem. O filme, que deve estrear no segundo semestre, ainda conta com um grande elenco. Entre os principais nomes estão Robert De Niro, Michelle Rodriguez, Jessica Alba e Lindsay Lohan, além do péssimo e odiado por mim Steven Seagal.

Confira o trailer do filme:


O outro projeto que ganhou vida nesse ano também foi Hobo With a Shotgun. O trailer falso desse filme venceu um concurso feito por Robert Rodriguez que escolheria o melhor trailer falso para ser exibido na sessão dupla de Grindhouse. Hobo With a Shotgun, depois de fazer muito sucesso, entrou na fila de se tornar um filme completo. Não há uma sinopse oficial do filme divulgada ainda, mas o que se sabe pelo trailer é que um mendigo (no filme interpretado por Rutger Hauer, substituindo David Brunt que ficou com o papel no trailer) resolve sair fazendo justiça com as próprias mãos, e nessas mãos, uma shotgun. O filme é dirigido um dos diretores do trailer, Jason Eisener, e por enquanto ainda não tem uma data definida para a estreia.

Veja o trailer abaixo:


Pelo visto, vem coisa no mínimo interessante por ai, potenciais filmes cults.

See ya!!!

quinta-feira, 18 de março de 2010

Será que vai?

Li hoje no Omelete que À Prova de Morte, o filme que Quentin Tarantino dirigiu em 2007 como parte do projeto Grindhouse, que contava com o filme Planeta Terror, de Robert Rodriguez, será finalmente lançado aqui no Brasil. Segundo foi publicado, o filme, que tinha os direitos pertencentes à Europa Filmes, foi adiado e adiado tantas vezes por causa do retorno baixo de Planeta Terror, que estreou aqui no Brasil em 2007 mesmo.

Três anos depois, os direitos do filme de Tarantino expiraram e a PlayArte tratou logo de comprá-los e agendar sua estreia para 23 de julho desse ano. Agora a questão é: será que dessa vez vai?! Eu realmente torço para que aconteça. O filme, como toda a filmografia do diretor é incrível e merece ser visto pelo grande público. Algumas pessoas já devem ter visto já que o filme rodou alguns festivais pelo país, mas seu espaço no circuito comercial merece ser conquistado.

Eu já vi o filme duas vezes e vou postar aqui embaixo um pequeno texto que escrevi para o Londripost sobre o que achei. Vamos a ele:


Na última vez que vi, o filme foi exibido na Mostra de Cinema de Londrina. Para quem nunca ouviu falar, esse é um filme que Quentin Tarantino dirigiu em 2007 e que fazia parte do projeto Grindhouse, idealizado por ele e por Robert Rodriguez, parceiro de loucuras. O projeto consistia em uma homenagem ao cinema trash de terror dos anos 70, em que eram exibidos dois ou mais filmes em uma mesma sessão, as chamadas Grindhouses. À Prova de Morte foi concebido para ser exibido juntamente com o filme Planeta Terror, dirigido por Robert Rodriguez em uma sessão dupla. O projeto contava inclusive com trailers falsos que seriam exibidos entre um filme e outro, tornando a experiência o mais próxima possível do que acontecia nos anos 70. Tudo estava muito bem planejado até que o filme estreou nos cinemas norte-americanos e se tornou um grande fracasso COMERCIAL (não artístico) na carreira dos diretores. Pronto, os distribuidores já mudaram de ideia, e ficou decidido, os dois filmes seriam lançados separadamente no resto do mundo.


Planeta Terror não demorou muito para chegar aos cinemas brasileiros, estreando em novembro do mesmo ano por aqui. Já com À Prova de Morte a coisa foi bem diferente. O filme está inédito nos cinemas brasileiros até hoje, com exceção de exibições em mostras como aconteceu aqui em Londrina. É o histórico problema das distribuidoras brasileiras com Tarantino. Seus filmes sempre demoram mais que o comum para serem lançados por aqui. Depois dessa pequena contextualização, que mais está para desabafo de fã, vamos ao filme.


À Prova de Morte conta a história de um dublê, Stuntman Mike (Kurt Russell, realmente bom no papel), que usa seu carro para matar suas vítimas, grupos de mulheres que estão em carros também. Como sempre, ele mistura várias referências conhecidas e ainda nos entrega um produto inédito e realmente bom, algo que atualmente só ele consegue fazer. O filme é sim uma homenagem ao exploitation dos anos 70, com muito apelo sexual, violência e drogas, mas quem conhece as obras do diretor já sabe que está diante de um típico exemplar tarantinesco, desde os créditos iniciais, com as típicas fontes utilizadas, até a trilha sonora impecável, que pontua todas as cenas do filme.


Os diálogos são outro ponto forte do diretor. Não espere ver um filme do diretor em que a ação é priorizada. Antes de sermos acachapados por sequências incríveis de batidas de carro temos longas cenas em que ele destila suas referências e suas filosofias. Até a ideia de que um carro potente é uma maneira de compensar o tamanho do órgão sexual masculino é utilizada. O filme conta ainda com grandes interpretações do elenco feminino, que é em sua grande parte desconhecido do grande público. Seu nome mais conhecido é o de Rosario Dawson (M.I.B. 2, Sin City e Sete Vidas).


Outro ponto forte do filme é a sua jogada de câmera. Tarantino consegue desde os planos mais abertos até os mais fechados fazer grandes tomadas de câmera. Além disso, a fotografia do filme é incrível, feita pelo próprio diretor. As cenas de perseguição são filmadas de maneira realista e forte, deixando o espectador preso à cadeira. A primeira batida do filme, entre o carro do dublê e o das mulheres perseguidas por ele é visualmente incrível. Temos várias tomadas do choque, que são mostradas em câmera lenta fazendo com que o espectador tenha uma visão completa do acidente.


Voltando à ideia principal do filme, a de homenagear, temos um tratamento proposital para a imagem que a deixa com cara de velha, com riscos surgindo na tela e em vários momentos do filme as cenas são cortadas do nada, como se a montagem tivesse sido mal feita. Uma brincadeira feita na primeira versão do filme, que foi exibida apenas nos EUA, é que a cena da dança sensual feita por uma das personagens no começo do filme era cortada do nada e uma mensagem aparecia na tela: Rolo de filme faltando. Essa cena foi incluída novamente na projeção para os outros países. Tarantino usa À Prova de Morte também para citar o tempo todo o seu filme anterior, Kill Bill. Os xerifes que investigam o atentado à noiva no filme de 2003 estão presentes em uma cena, o carro dirigido pelas personagens da segunda parte do filme é da mesma cor da roupa usada por Uma Thurman, o toque de celular de uma das personagens é a música dos créditos iniciais de Kill Bill Vol. 1, a roupa de cheerleader usada por outra personagem tem a palavra Vipers, sigla que denominava o grupo de assassinos do filme, entre outras tantas referências.


É um filme que merece ser visto e revisto várias vezes, porque só assim você consegue pegar todas as referências do diretor, algo comum a todos os seus filmes. Resta-nos agora torcer pelo lançamento do filme. Caso não aconteça, sempre temos outros meios de conseguir chegar a ele (download, rsrs).

Vejam o trailer (esse trailer é o da versão norte americana, com os dois filmes juntos):

sexta-feira, 12 de março de 2010

GaGa surpreende novamente!!!

Lady GaGa lançou o clip do segundo single do álbum The Fame Monster: Telephone. A música é a segunda colaboração da cantora com Beyoncé. Agora, vamos parar para pensar: tinha como isso dar errado? Claro que não. As duas são as cantoras de maior sucesso dos últimos anos, Lady GaGa é especialista em clips marcantes e diferentes (mesmo que cheio de referências) e a música já era uma das melhores do cd, que por sinal só possui grandes hits.

O clip de Telephone, que está quase para um curta por ter mais de nove minutos de duração, é uma continuação de Paparazzi, dirigido pelo mesmo Jonas Åkerlund. GaGa está sendo levada para a Prison for Bitches (algo como, prisão para putas) e já nessa sequência inicial dos créditos notamos referências claras aos trabalhos de Quentin Tarantino (as letras dos créditos lembram muito o estilo utilizado pelo diretor em seus filmes) e David LaChapelle. Além disso, temos figurinos incríveis como de costume e coreografias originais e divertidas.

Chega de papo e vamos ao que interessa, o clip, que eu já vi umas 10 vezes por sinal:



Como eu havia dito no início, essa é a segunda colaboração das duas, e para quem não se lembra, aqui embaixo temos o também excelente clip de Video Phone. Vejam:





See ya!!!

sábado, 10 de outubro de 2009

Bastardos Gloriósos

Antes de falar do filme tenho duas considerações a fazer. Primeiramente, não estou postando muito por falta de tempo mesmo, esses dias tem sido bem corridos e as próximas semanas prometem muitas noites e dias sem dormir. A segunda consideração é envolvendo o post de hoje. Fui ver Bastardos Inglórios hoje no cinema e notei algo nos comentários durante o filme. Sentado atrás de mim estavam pai e filho e o tom da conversa deles me fez chegar a esse comentário. Praticamente na metade do filme, ou até um pouco antes, o pai começa a bufar e reclamar com o filho que nada acontece no filme, que está muito parado, essas coisas de quem vai ao cinema achando que por ser um filme de guerra 90% da sua projeção deveria ser composta de explosões e tiros. Nesse momento ficou claro pra mim que ele provavelmente não tem a mínima noção de quem é Quentin Tarantino, e se tem, deve ter esquecido completamente como é um filme do diretor. Considerações feitas, vamos ao que interessa, o filme.


O que posso dizer logo de cara é que o filme é fantástico. Tudo bem, quem me conhece vai me achar um pouco suspeito por dizer isso de um filme do Tarantino, já que é meu diretor favorito e tal, mas não tem como negar que ele simplesmente faz os melhores filmes, mais bem produzidos e de maior carga pop do cinema atualmente. Bastardos Inglórios (Inglourious Basterds, 2009) possui algumas histórias paralelas que se cruzam no final. O filme começa na França, invadida pelos nazistas, com a história de Shosanna Dreyfus (Mélanie Laurent), uma judia que vê sua família ser exterminada a mando do Coronel Nazista Hans Landa (Christoph Waltz, simplesmente espetacular). Ela consegue escapar e passa a viver em Paris com uma nova identidade, a de uma dona de cinema francesa. Paralelamente a isso, vemos o Tenente Aldo Raine (Brad Pitt, exagerado e caricato na medida) formando seu grupo de soldados judeus cujo intuito é exterminar nazistas, simplesmente isso. Como Raine mesmo diz em uma das cenas do filme, eles não fazem prisioneiros e nem reféns, ou eles matam ou deixam ir embora, mas não sem antes deixar uma marca permanente que jamais vai deixar o sobrevivente esquecer que um dia foi um soldado nazista. Eles passam a ser conhecidos como "Os Bastardos" pelos inimigos. Esses dois pontos de partida vão convergir para um só clímax. Shosanna tem seu cinema escolhido para a premiere de um filme alemão que exalta o nazismo e um de seus heróis. Ela vê nisso sua oportunidade de vingança e de forma grandiosa, já que integrantes do grande escalão nazista estariam no local. Enquanto isso, Raine e seus "Bastardos", juntamente com a atriz alemã e espiã Bridget von Hammersmark (Diane Kruger), planejam um ataque também a premiere. O filme ainda conta com Mike Myers, o próprio Austin Powers, em uma ponta.





Pra quem gosta de Tarantino está tudo ali. Trilha sonora inconfundível, atuações magistrais, violência acima da média, mas sempre estilizada e no contexto (ainda que nesse filme ela esteja menos presente que nos filmes anteriores do diretor), diálogos primorosos e produção impecável. Além disso, assim como em Kill Bill, a história é dividida em capítulos, mas dessa vez há uma certa linearidade, tirando pequenos flashbacks dentros dos capítulos que mostram a origem de alguns personagens. Outro ponto de destaque no filme é a maneira com que algumas cenas foram escritas. O estilo em certos momentos é quase teatral. São cenas em apenas um ambiente, de longa duração, com longos diálogos e cuja realização exigiu ensaios exaustivos de todo o elenco, e quem saiu ganhando com isso foram o espectadores que presenciam os atores e atrizes em sua melhor forma.

O filme não se compromete em momento algum com a História (aquela aprendida na escola), ela serve apenas de base para Tarantino criar cenas memoráveis com personagens conhecidos e que provavelmente nenhum diretor além do próprio teria coragem de distorcer. Volto a dizer, Bastardos Inglórios é fantástico, sensacional, genial e completamente maluco. Além disso, um dos melhores filmes já feitos. Assistam se não tiverem estômago fraco ou apego à História.

Trailer do filme:


See ya!!!