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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Opinião: Revolution, a nova série produzida por J.J. Abrams

J.J. Abrams, o homem por trás de séries incríveis como Alias, Lost e Fringe, parece ter perdido a mão para TV. Suas séries mais recentes estão longe da qualidade e inovação pelas quais ele ficou conhecido. Undercovers não era horrível, mas estava longe de ser boa. Alcatraz não resistiu ao hype e, ao invés de ser algo criativamente inovador, soou pretensiosa demais, sem ter qualidade o suficiente para sustentar sua pretensão. E a nova tentativa dele segue o mesmo caminho e está longe de ser algo memorável.

O episódio piloto de Revolution, disponibilizado online pela NBC, é uma salada de clichês e referências - logo de cara já me lembrei de séries como Jericho, FlashFoward e até Terra Nova. Não me entenda mal: não acho que o uso de clichês e referências seja sempre ruim, vide o trabalho incrível de Tarantino com referências, reinterpretação de gêneros clássicos e distorção de clichês em seus filmes. No entanto, aqui eles não servem para nada além de enfraquecer o resultado final e fazer com que o espectador sinta o tempo todo aquela sensação de "já vi isso antes e já sei o que vai acontecer", o que é uma pena diante da boa premissa que a série apresenta.

No início Revolution parecia bem promissora, mas, depois do blackout, tudo foi por água abaixo. Charlie, a protagonista interpretada pela fraca Tracy Spiridakos, é a típica jovem revoltada que quer desbravar o mundo perigoso e desconhecido mais por querer irritar seu pai do que por seu espírito aventureiro. Também me incomodou muito a morte óbvia do pai logo depois da briga para gerar a motivação na garota e a utilização, mais uma vez, de um herói relutante carregado no sarcasmo sem graça. Ah, e não se esqueça do vilão que se apaixona pela mocinha.

Pelo piloto posso dizer que estou extremamente decepcionado. Devo ver o segundo episódio apenas pelo cliffhanger deixado pelo primeiro e também para não tirar conclusões precipitadas, mas já estou quase certo de que essa não será uma das novidades que acompanharei.

Para saber as outras séries estreantes da NBC nesta temporada é só acessar o preview da emissora clicando aqui.

Confira o trailer de Revolution abaixo:



See ya!!!

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Preview Fall Season 2012: NBC

Falta pouco mais de uma semana para o início da fall season 2012, a temporada mais movimentada da TV norte-americana e, por isso, vou começar com a minha série de posts sobre as novidades de cada uma das cinco principais emissoras de lá - como fiz ano passado. E, assim como fiz ano passado também, no momento só vou tratar das séries que serão lançadas ainda este ano. As novidades que ficaram para a midseason não entrarão nesta lista.

Para começar vou lhes apresentar as novidades da NBC. A emissora, que é casa das minhas favoritas Community, 30 Rock e Parks and Recreation, é a primeira a estrear uma série na temporada e investe principalmente em comédias para esta fall season. Confira abaixo:

Go On
Estreia: 08/08 (prévia exibida pós-olimpíadas) e 11/09 (estreia no horário regular)

Go On tem chamado muito a atenção por ser mais uma tentativa de Matthew Perry (Friends) de retornar a TV como protagonista de uma comédia. A série conta a história de um comentarista de esporte que, depois de perder sua esposa, é obrigado por seu chefe a frequentar um grupo de ajuda para superar a dor e poder então voltar a trabalhar. O elenco ainda conta com nomes como John Cho (FlashFoward), Tyler James Williams (Everybody Hates Chris), Laura Benanti (Law & Order: SVU), Allison Miller (Terra Nova) e Bill Cobbs (Uma Noite no Museu).

Vou assistir? Já vi o piloto e com certeza vou continuar. A série equilibra bem momentos de humor e drama e tem personagens bem carismáticos. Tem tudo para ser sucesso.

Veja o trailer:



Animal Practice
Estreia: 12/08 (prévia exibida pós-olimpíadas) e 26/09 (estreia no horário regular)

Animal Practice conta a história do Dr. George Coleman, um médico veterinário que ama animais mas odeia seres humanos. Justin Kirk (Modern Family) ficou com o papel do protagonista. JoAnna García (Better With You) interpretará a ex-namorada do protagonista que agora é a dona da clínica em que ele trabalha. Tyler Labine, de Reaper, também está no elenco.

Vou assistir? Já vi o piloto e não gostei muito do resultado. Verei mais um ou dois episódios antes de decidir se abandono ou não.

Veja o trailer:



The New Normal
Estreia: 11/09

The New Normal é a nova série criada por Ryan Murphy, o homem por trás de sucessos como Glee, American Horror Story e Nip/Tuck. A comédia conta a história de um casal gay, David e Bryan, interpretados por Justin Bartha e Andrew Rannells, que decide começar uma família e para isso precisa encontrar uma barriga de aluguel para carregar seu bebê, papel desempenhado por Goldie (Georgia King), uma mãe solteira que precisa do dinheiro para dar um rumo para a sua vida e a da sua filha. O elenco de The New Normal ainda conta com Ellen Barkin, como a avó preconceituosa de Goldie; NeNe Leakes, como a secretária hilária de Bryan; e Bebe Wood, como a filha pré-adolescente de Goldie.

Vou assistir? Já vi, já amei e com certeza vou continuar. O episódio piloto da série foi disponibilizado online na semana passada e é incrível. Postei lá no TeleSéries minhas primeiras impressões sobre a série, caso queiram saber mais.

Veja o trailer:



Guys With Kids
Estreia: 12/09 (sneak peek exibido depois do America's Got Talent) e 26/12 (estreia regular)

Guys With Kids é uma produção de Jimmy Fallon (Táxi) e conta a história de três pais nos seus 30 e poucos anos e como eles criam seus filhos sendo que eles mesmos ainda não cresceram. A comédia é estrelada por Anthony Anderson (Transformers), Zach Cregger (Friends with Benefits) e Jesse Bradford (A Conquista da Honra).

Vou assistir? Não sei muito o que esperar, mas não tenho uma expectativa muito alta, o trailer não me deixou com uma sensação boa. Provavelmente verei os primeiros episódios, já que não resisto a uma nova comédia, e vai da série me prender depois disso.

Confira abaixo o vídeo:



Revolution
Estreia: 17/09

Revolution é a nova série produzida por J.J. Abrams, a mente por trás de séries ótimas como Lost e Fringe, mas que recentemente não tem acertado muito. A série se passará em um mundo pós-apocalíptico 15 anos depois que tudo que é eletrônico simplesmente parou de funcionar e acompanhará a luta pela sobrevivência de um grupo de pessoas neste mundo hostil. Além da produção de J.J. Abrams, o episódio piloto de Revolution foi escrito por Eric Kripke, de Supernatural, e dirigido por Jon Favreau, de Homem de Ferro. O elenco conta com nomes como Giancarlo Esposito (Breaking Bad), Tracy Spiridakos (Being Human), Billy Burke (Crepúsculo) e Elizabeth Mitchell (Lost).

Vou assistir? Devo ver o piloto e a partir dele decidir se sigo ou não. Fiz isso com Alcatraz e foi uma ótima decisão não perder meu tempo.

Veja o trailer:



Chicago Fire
Estreia: 10/10

Chicago Fire é um drama de ação produzido por Dick Wolf, o responsável pela franquia de sucesso Law & Order, e seguirá a rotina de homens e mulheres que trabalham no Chicago Fire Department. Jesse Spencer (House), Eamonn Walker (OZ), Monica Raymund (The Good Wife), David Eigenberg (Sex and the City), Taylor Kinney (The Vampire Diaries), Lauren German (Hawaii Five-0), Merle Dandridge (Sons of Anarchy), Teri Reeves (Rules of Engagement) e Charlie Barnett (Law & Order: Criminal Intent) são alguns dos nomes na série.

Vou assistir? Provavelmente não. A série não me chamou a atenção em nenhum momento, mas tem cara de que deve agradar quem curte o gênero.

Veja o trailer:



Estas são as novidades para a fall season. No entanto, a NBC tem mais seis séries para estrear no ano que vem. Ficaram para a midseason Save Me - nova comédia estrelada por Anne Heche -, 1600 Penn, Next Caller, Do No Harm, Infamous e Hannibal.

See ya!!!

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Missão: Impossível - Protocolo Fantasma

É fato que grandes franquias sofrem com altos e baixos na qualidade de seus filmes. Mesmo trilogias elogiadíssimas possuem elos fracos, como é possível ver em séries como Homem Aranha e até no impecável O Poderoso Chefão - nos dois casos os terceiros filmes, mesmo não sendo as piores coisas já feitas, não se equiparam com seus antecessores. Com a série Missão: Impossível não foi diferente. Depois de um bom começo, o segundo filme, dirigido por John Woo, não conseguiu atingir as expectativas com uma trama ainda mais absurda que o normal e uma história fraca que nem todas as melhores cenas de ação do mundo poderiam salvar. Como Tom Cruise, que também é produtor da franquia, não é nada bobo, a partir do terceiro filme ele viu a necessidade de investir em diretores com visões diferenciadas e muitas qualidades criativas. Foi nesse ponto que J.J. Abrams (criador de Lost) entrou na jogada. Ele trouxe boas ideias que fizeram o terceiro filme recobrar a confiança dos fãs com uma boa história, um vilão de qualidade e um pouco de humanidade para Ethan Hunt (Tom Cruise). Esse direcionamento continuou para a quarta parte da franquia, que se mostrou, para a minha surpresa, uma das melhores coisas de 2011, com uma história de qualidade, com um roteiro bem desenvolvido e cenas de ação de tirar o fôlego.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Mission: Impossible - Ghost Protocol

Foi divulgado antes de ontem o primeiro trailer do quarto filme da franquia Missão: Impossível. Nele podemos ver um pouco da história que ainda não foi detalhada. Pelo que notei, um atentado acontece e Ethan Hunt (Tom Cruise) e sua equipe são os principais suspeitos. Por isso, um protocolo fantasma (o Ghost Protocol do título) é iniciado para acabar com toda a IMF. Acredito eu que esse é apenas o prólogo do filme e que o desenrolar da história será com Ethan tentando provar que não está envolvido no acontecido. Pode ser que eu esteja enganado em algum desses pontos, já que não há uma sinopse oficial ainda.

Eu sou fã de Missão: Impossível, adoro todos os filmes, mesmo o fraco segundo, e acho que esse quarto tem tudo para ser tão bom quanto o excelente terceiro dirigido por J.J. Abrams, já que a ideia para a história e a produção são do mesmo. Além disso, temos a entrada do ótimo Jeremy Renner na franquia. O ator, que ficou super requisitado depois do sucesso de Guerra ao Terror, está sendo cotado para assumir a franquia depois que Tom Cruise sair. Pelo trailer, ação de qualidade é o que não vai faltar, inclusive teremos mais uma versão das já famosas cenas de Cruise pendurado em prédios. Além de Cruise e Renner, o elenco ainda conta com os rostos familiares de Simon Pegg e Ving Rhames e os novos Josh Holloway e Paula Patton. Mission: Impossible - Ghost Protocol tem estreia marcada para dezembro e foi dirigido por Brad Bird, de Ratatouille e Os Incríveis, fazendo sua estreia em longas live action. Confira o trailer abaixo:



See ya!!!

sexta-feira, 11 de março de 2011

Super 8

Venho falando do quão promissor Super 8 é desde o ano passado, quando um teaser foi divulgado e mesmo sem termos uma ideia concreta do que se tratava, parecia extremamente interessante. Pois então, a coisa só melhora a partir disso. Ontem tivemos os primeiros detalhes sólidos da produção dirigida por J.J. Abrams e produzida por Steven Spielberg com a divulgação de uma sinopse oficial e do primeiro trailer, que por sinal é sensacional. Confira a sinopse abaixo:

A trama se passa no verão de 1979, quando um grupo de seis garotos, em uma cidade industrial de Ohio, testemunha uma catastrófica colisão noturna de um caminhão com um trem de carga. Eles registram tudo com a câmera Super-8 com a qual estavam tentando fazer um filme. Não tarda para que eles comecem a desconfiar que aqui não foi um acidente, quando misteriosos desaparecimentos começam a acontecer e o exército tenta encobrir a verdade - algo muito mais terrível do que eles poderiam imaginar.

E se você ainda não tinha o filme na sua lista de mais aguardados do ano, veja o trailer abaixo e me diga se não despertou sua curiosidade.



Super 8 tem estreia prevista para 9 de setembro no Brasil.

Fonte: Omelete

See ya!!!

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Fall Season

Como todos devem saber, chegou aquela época nos EUA em que as séries antigas voltam com suas novas temporadas e várias novas séries estreiam na luta pela audiência. Por causa do meu vício estou tentando acompanhar o maior número de estreias que posso. Claro que sempre tem aquelas que não despertam meu desejo de assistir, mas não estou aqui para falar dessas e sim das novidades que vi e que me agradaram até agora.

Para começar temos uma nova série da ABC chamada My Generation. A série é construída no estilo documental e conta a história de nove pessoas que, no ano 2000, enquanto estavam no último ano da escola, toparam participar do projeto de um documentário sobre suas vidas. Além de mostrar como era a vida daquelas pessoas naquele ano, seus sonhos e ambições, a série mostra como eles estão agora, dez anos depois, e como as mudanças do mundo influenciaram em seu crescimento. Comecei a vê-la com certa desconfiança, mas eis que ela me ganhou logo no seu início. A forma como tudo é documentado e apresentado é interessante e desperta seu interesse por aqueles personagens. Além disso, o que torna a série ainda mais empática com o público é o fato de sua audiência se identificar com o tema discutido. É impossível assistir a esse episódio piloto e não se ver ali naqueles personagens. Você pode não ter passado por nada próximo ao que qualquer um daqueles personagens está passando, mas ao parar para pensar nas mudanças, nos acontecimentos de sua vida durante os anos, nos sonhos despedaçados substituídos por novos e na esperança de algo melhor, você faz com que aqueles personagens se tornem algo mais que apenas atores interpretando. Se os episódios seguintes mantiverem a qualidade do primeiro, temos uma grande série em mãos, o grande problema é a audiência alcançada pela série nos EUA. Com uma audiência baixa para os padrões da emissora, seu cancelamento será inevitável, caso não melhore.

Outra série que me surpreendeu foi Raising Hope, nova série de Greg Garcia, mesmo criador de My Name Is Earl. Eu havia ouvido falar bem por cima dela, até que, depois da exibição nos EUA, vi alguns comentários bem positivos no twitter. Fui atrás, baixei e realmente amei a série. Com um humor negro no ponto, a série conta a história de Jimmy, um jovem de 25 anos que não vê nenhum futuro promissor em sua vida. Ele trabalha limpando piscinas com seu pai e seu primo, que também mora junto com eles. Quando decidi dar uma reviravolta em sua vida, Jimmy conhece Lucy, eles passam uma noite juntos e no dia seguinte ele descobre que ela é uma assassina procurada pela justiça. Ela vai presa e quando ele vai visita-la eis que ela está grávida. Logo após dar a luz, Lucy é executada e Jimmy decidi que irá criar a filha deles, mas para isso precisará da ajuda de sua família desajustada. A série ganha qualquer um por sua simplicidade. O episódio piloto é simplesmente encantador, sua edição rápida é certeira, o timing de cada ator é perfeito e a presença da ótima Cloris Leachman, como a avó senil do personagem principal, só acrescenta para tornar a sitcom uma das melhores estreias da temporada e sem dúvida uma das mais engraçadas.

Undercovers foi outra série que me agradou pelo episódio piloto, mas que terá que mostrar a que veio nos próximos episódios para não perder esse espectador. Isso aconteceu porque o episódio piloto é realmente bom, mas me deixou com a impressão de não ter muito o que tirar dali. Undercovers é a nova produção de J.J. Abrams, o mesmo de Lost e Fringe, o que me deixa um pouco mais seguro quanto a esses próximos episódios, já que o cara é conhecido pelo toque de ouro que tem e, além disso, tem intimidade com o gênero de espionagem, já que produziu por anos a série Alias. A série acompanha dois agentes (Boris Kodjoe e Gugu Mbatha-Raw) que se apaixonaram enquanto trabalhavam para a mesma agência. Quando casaram resolveram se aposentar, abriram um pequeno negócio e vivem suas vidas tranquilamente. Até que, no episódio piloto, são recrutados para encontrarem um antigo parceiro e amigo que desapareceu. Ao fim do trabalho eles percebem o quanto sentiram falta de toda aquela adrenalina e o quanto a vida deles estava chata. Se na história a série não tem tanto destaque, pelo menos por enquanto, na produção em compensação ela é impecável, estilo cinematográfico, típico de produções do gênero, com viagens internacionais, grandes cenas de ação, perseguição e explosão. Ela tanto pode se tornar uma série divertidíssima como algo que vai cansar logo, mas só o futuro pode nos dizer isso.

E por falar em produção cinematográfica, outra série que tem o estilo e que me agradou foi Hawaii Five-0. O remake da série de sucesso dos anos 70 teve sua estreia em grande estilo. A série é produzida pelos roteiristas Alex Kurtzman e Roberto Orci, de Star Trek e Tranformers, e a semelhança com o estilo do trabalho deles nas telonas é evidente. A série tem como protagonista Alex O'Loughlin, da prematuramente cancelada Moonlight. Ele interpreta o detetive Steve McGarrett, líder de uma força tarefa que tem o aval da própria governadora do Hawaii para fazer o que for necessário para solucionar os crimes. Essa força tarefa ainda conta com os personagens de Scott Caan (11 Homens e um Segredo), Daniel Dae Kim (Lost) e Grace Park. E como disse anteriormente, é na produção que ela também se destaca, com elementos semelhantes à Undercovers, ela tem várias locações, cenas de ação de tirar o fôlego, perseguições, explosões, e ainda ganha alguns pontos pelas belas paisagens mostradas. O elenco me pareceu confortável em seus papéis e entregou uma atuação segura e correta.

Continuando no gênero de ação e espionagem, temos mais um remake, Nikita. A nova série do canal The CW reconta a história da personagem pela quarta vez. Sim, quarta vez. Fomos apresentados primeiramente à personagem no ano de 1990, em um filme francês dirigido por Luc Besson chamado Nikita. Em 1993, o filme ganhou um remake americano chamado A Assassina e estrelado por Bridget Fonda. No ano de 1997 uma série chamada La Femme Nikita surgiu recontando a história da garota, interpretada na série por Peta Wilson, que é dada como morta na prisão e recrutada por uma agência secreta do governo que a treina e a transforma em uma arma de matar. A série teve cinco temporadas, sendo cancelada em 2001. Agora, nove anos depois, surge mais uma série contando a história dessa personagem, só que um pouco diferente. A nova série, intitulada apenas de Nikita, começa com a personagem já fora da agência, e em busca de vingança, por eles terem matado o homem que ela amava. Os primeiros episódios exibidos se mostraram melhores que o esperado. A qualidade está acima dos padrões esperados para uma série de um canal pequeno como o The CW e tem se mostrado interessante. Além disso, a série é produzida por McG, e o cara sabe como lidar com o mundo pop e com produções de ação protagonizadas por mulheres, já que ele foi o diretor dos dois filmes d’As Pantares. Apesar da série não fugir dos clichês do gênero, ela diverte e pode acabar crescendo com o tempo, dependendo do sucesso alcançado.

Bom, acho que por hoje é só. Prometo voltar a falar do assunto, já que as estreias da fall season ainda não acabaram. Ainda deve vir coisa boa pela frente e que me agradará. Caso tenham dicas ou algo a dizer sobre essas séries, comentem. Se não acompanham nenhuma dessas, aconselho repensar e dar uma chance a pelo menos algumas.

See ya!!!

terça-feira, 11 de maio de 2010

Super 8

Umas das mentes por trás de Lost e Fringe, o responsável pelo quarto e excelente capítulo da franquia Missão: Impossível e o cara que revitalizou a franquia Stark Trek, J.J. Abrams, se junta agora a mente criativa de Steven Spielberg para um projeto secreto. Ninguém sabe exatamente do que se trata a história do projeto, que vem sendo chamado de Super 8. A única coisa que sabemos é que envolve a Área 51, isso porque o excelente teaser nos conta. O clima do trailer é de suspense e ficamos com aquele gostinho de quero mais, de quero ver isso logo, mas temos que esperar até o meio do ano que vem, que é quando o filme estreia.

Veja o trailer abaixo:


See ya!!!