A Pixar e a Disney divulgaram hoje um teaser para Monsers University, prelúdio de Monstros S.A. que será lançado no ano que vem. A pré-continuação mostrará Sulley e Mike (no original com as vozes de John Goodman e Billy Crystal) em sua época da faculdade, onde aprenderam todas as técnicas sobre como ser um monstro de armário e como acabaram trabalhando na Monstros S.A.. O trailer mostra que pelo jeito os dois grandes amigos não eram muito chegados na época da faculdade e que Sulley era um dos valentões enquanto Mike sofria bullying.
Em Monsters University a Pixar deve aproveitar para mostrar a sua versão para as comédias de universidade, com as festas e as pegadinhas. O filme retomará o universo dos monstros de armário 12 anos depois do lançamento do primeiro filme, que saiu lá em 2001, e tem previsão de lançamento para julho de 2013 no Brasil. Confira o trailer abaixo:
Um dos blockbusters que mais parecia promissor para 2012, John Carter, acaba de ganhar um cartaz e um trailer. O vídeo foi exibido durante o Good Morning America hoje de manhã e mostra um bom tanto de ação, efeitos especiais muito bons e alguns relances do grande elenco. No entanto, com o que foi divulgado até agora, o filme não se mostrou nada especial, nada que o destacasse dos demais blockbusters genéricos desovados nos cinemas todos os anos e inclusive me remeteu um pouco a Avatar em alguns momentos, sem contar nos discursos chupados de 300, como o Omelete fez questão de frisar. Mas, mesmo diante de tudo isso, ainda tenho fé.
John Carter é o primeiro filme em live action dirigido pelo ótimo Andrew Stanton (Wall-E e Procurando Nemo) e conta a história de John Carter (Taylor Kitsch), um veterano de guerra abduzido e transportado até Marte, onde vira prisioneiro de bárbaros verdes e precisa libertar a princesa Dejah Thoris (Lynn Collins) da tirania local (sinopse feita pelo Omelete, fiquei com preguiça de criar uma, sorry!). No elenco, alem de Kitsch e Collins, temos Bryan Cranston, Willem Dafoe, James Purefoy, Mark Strong, Samantha Morton, Dominic West e Thomas Haden Church. A produção da Disney é uma adaptação da obra de Edgar Rice Burroughs, o criador de Tarzan. A estreia está agendada para 9 de março de 2012. Confira abaixo o trailer, só que antes temos uma pequena entrevista de Taylor Kitsch ao Good Morning America. Ignore as tiazonas felizes atrás do ator e aproveite. Caso queria ir direto para o trailer, pule o primeiro minuto do vídeo:
E a Disney/Pixar conseguiu mais uma vez fazer um ótimo filme. Ontem fui ver Toy Story 3, a terceira parte da franquia que tornou a animação por computação gráfica popular e nos apresentou a Pixar como esses gênios que são. De primeira mão posso adiantar que amei o filme.
Toy Story 3 começa com um pouco da infância de Andy acompanhado de seus brinquedos já tão conhecidos nossos. O tempo passa e então chega ao ponto de partida da história. Andy está com 17 anos e indo para a faculdade. Seus brinquedos já estão abandonados a um tempo e tentam de tudo para que seu dono brinque só um pouco com eles. A mãe de Andy então pede para que ele sapare as coisas que vai levar para a faculdade, as que vai guardar no sótão e as que vai jogar fora. Quando, por um engano, todos os brinquedos, fora Woody, vão para na sarjeta para que o lixeiro leve, eles decidem partir para uma creche junto com outros brinquedos que serão doados. Ao chegarem lá, a primeira impressão é a de um lugar perfeito para viver. São recebidos com festa pelos outros brinquedos, e especialmente cortejados pelo chefe deles, Lotso, um urso rosa com cheiro de morango. O que eles não sabem é que aquele lugar não é nem perto de ser feliz assim, e que Lotso pretende deixá-los na parte da creche para crianças menores, que só sabem bater e quebrar os brinquedos. Com isso começa a aventura, com eles tentando escapar da creche e com Woody tentando salvá-los.
A nostalgia bate desde a primeira cena. Quem era criança na época do lançamento do primeiro filme, acompanhou suas aventuras no segundo e chega aos cinemas para ver esse terceiro, já sente a emoção desde o primeiro minuto. Além disso, a Disney/Pixar tem um respeito gigantesco por aqueles personagens, mantendo-os fieis ao que eram e acrescentando novos conflitos. A animação, como de praxe nos filmes da produtora, está mais perfeita que nunca. Tudo é feito com um apreço visual inigualável, e se o 3D não é feito para jogar coisas na cara dos espectadores, serve perfeitamente para aumentar a sessão de profundidade do que é apresentado na tela.
Outro trunfo do filme são os novos personagens. Não tem como não adorar o Ken. O personagem, como eu já suspeitava diante dos vídeos divulgados, e postados aqui no blog há uns dias, rouba a cena. Seus momentos na tela, acompanhado da Barbie, são os mais impagáveis e divertidos. Não vou comentar mais para não estragar as surpersas, mas a cena do desfile seguida da tortura é sensacional. Não podemos esquecer os ótimos personagens que a série já tinha. Buzz continua excelente, sendo o protagonista de uma das melhores cenas do filme. É difícil também escolher um favorito. Cada um ganha pontos com partes de sua personalidade. Outro ponto de destaque na produção é o fato da Disney/Pixar não se render à típica redenção do vilão. O caminho seguido por quase todas as produções e que seria o mais fácil não é o mais acertado todas as vezes, e eles sabem disso.
Para quem gosta, não tem com não se emocionar ao final da projeção. Quando saí do cinema encontrei dois amigos que também tinham ido assistir, e perceber que não fui o único que chorou foi um alívio. Mostra o quanto esses personagens se tornaram importantes para uma geração e o quanto uma boa história é o que basta para tocar o espectador.
Antes do filme, como em todas as produções do estúdio, um curta é exibido. Aqui o curta é Dia e Noite, uma tocante história de respeito e aceitação com o diferente. É incrível o poder que a Disney/Pixar tem de entreter e ensinar. A mensagem é passada de forma divertida e deve fazer com que aquelas crianças presentes na sala, e até seus pais, saiam com uma visão um pouco diferente e mais tolerante do mundo.
Confira o trailer de Toy Story 3 abaixo:
See ya!!!
p.s. Ontem também assisti ao terceiro filme da saga Crepúsculo, Eclipse. Se quiser saber o que achei, acesse o blog Londripost que o filme é a Sessão de Domingo de hoje.
Com a estreia de Toy Story 3 se aproximando não dá pra deixar de falar sobre a incrível divulgação que a Disney vem fazendo do novo filme de uma de suas franquias mais bem estabelecidas e adoradas. Além de todos os trailers e teasers comuns em divulgações, a Disney vem lançando alguns vídeos virais que ajudam na divulgação. Um dos personagens mais explorados nesses vídeos é o novo personagem da fraquia, Ken.
A Disney percebeu o potencial do personagem e tem lançado vídeos e mais vídeos com ele como tema. Ele realmente parece ser o destaque da produção, divertido, com falas hilárias e sacadas incríveis, como só a Disney/Pixar consegue fazer.
Um dos que mais gostei foi um viral feito como um documentário sobre a vida desse personagem que já é meu favorito. O vídeo se chama Groovin' With Ken e mostra um pouco do dia-a-dia do persongem e o questiona sobre temas relevantes à vida dele, o que acaba deixando-o irritado, quando entram no assunto dele ser um brinquedo de meninas e por ter seu nome menor que o da Barbie na própria caixa. Assistam, é divertidíssimo:
Outro viral que realmente vale a pena ver, é uma série exibida na TV americana com as dicas do Ken para encontros e relacionamentos. São três virais, um melhor que o outro. A cena dele ensaiando em frente ao espelho formas de fingir estar ouvindo o que a garota está falando é ótima. Confira abaixo os três vídeos:
E por último, o ótimo vídeo do momento em que Ken encontra Barbie pela primeira vez. Sensacional:
O personagem é dublado no filme por Michael Keaton e promete se tornar o destaque do filme. Toy Story 3 estreia aqui no Brasil no dia 25 de junho, em 2D e 3D. Quem não viu o trailer do filme ainda, veja abaixo:
Ontem acordei e resolvi, vou ao cinema. Minha primeira opção era ver Os Normais 2, mas, meus amigos, Felipe e Tatinha resolveram ir junto e eles já haviam visto o filme, então resolvemos ver outro, no caso, Up, a nova animação dos estúdios Pixar e Disney.
O filme acompanha a história de Carl Fredricksen, um senhor de 78 anos, vendedor de balões, que resolver partir para a aventura que ele sempre sonhou após certos acontecimentos em sua vida. O sonho de Carl é viajar até o Paraíso das Cachoeiras, na América do Sul. A maneira encontrada por ele para ir é pendurar em sua casa muitos balões e voar com a própria casa até o local. O que Carl descobre quando já está no ar é a presença inesperada de Russell, um pequeno escoteiro de 8 anos cujo sonho é ajudar um idoso para conseguir a última medalha que lhe falta e passar de pequeno explorador para grande explorador.
Contrariando todos que diziam, na época em que o filme foi anunciado, que um filme protagonizado por um homem de 78 anos não tinha qualquer apelo, a Disney, em especial a Pixar, produzem uma obra emocionante, engraçada e extremamente prazerosa de se ver. O filme, em sua primeira parte, nos apresenta o sonhador Carl em sua infância, conhecendo sua futura esposa Ellie e o desenvolvimento da vida dos dois, com o sonho da viagem sempre presente. A beleza das cenas e dos diálogos é realmente tocante, como todo trabalho do estúdio. Após os acontecimentos que o levam a viagem o grande destaque fica na dinâmica entre Carl e Russell, o grande destaque do filme na minha humilde opinião. O garoto é agitado, dinâmico e super engraçado. Seu jeito conquista qualquer um. Além disso, temos o cão falante Dug e a ave rara como atrativos para piadas bem feitas e gags visuais.
Claro que, como todo filme, a aventura não pode ficar apenas na viagem e surpresas e desafios surgem no caminho. O grande vilão da história, o explorador favorito de Carl em sua infância, desaparecido após ter suas pesquisas desacreditadas, reaparece querendo reconquistar sua fama e credibilidade. Mas, no final, o que sobra de mais prazeroso na projeção e a dinâmica entra Carl e Russell, o rabugento e o otimista. Um filme que realmente tem o poder de levar às lágrimas pessoas mais emotivas. Mais um triunfo da Pixar como estúdio, que consegue produzir em animação o que muitos tentam em filmes Live-Action.
A dublagem como sempre é muitíssimo bem feita. No Brasil, como normalmente só encontramos cópias dubladas de animação, ela é feita por Chico Anysio em um trabalho inspirado que desaparece dentro do personagem. Sobre a projeção em 3D, não acredito que valha muito a pena, no filme é muito pouco utilizado e não há nada que recompense.