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domingo, 1 de agosto de 2010

O Caçador de Recompensas

Esse definitivamente está sendo o ano das comédias de ação com casais nas telonas. Tivemos o divertidíssimo Uma Noite Fora de Série com Steve Carrell e Tina Fey, depois dele estreou esse O Caçador de Recompensas do qual vou falar, seguido por Killers (cujo título nacional é Par Perfeito se não me engano, com estreia prevista para agosto aqui no Brasil), com Ashton Kutcher e Katherine Hiegel, e por último, Encontro Explosivo (Knight & Day) com Tom Cruise e Cameron Diaz, em cartaz no Brasil desde o dia 16 de julho e que eu assisti essa semana. Se quiser saber o que achei de Encontro Explosivo acesse o Londripost nesse domingo, que o filme é a Sessão de Domingo dessa semana.


Como todos os citados, O Caçador de Recompensas também tem um casal famoso como destaque, no caso, Gerard Butler e Jennifer Aniston. Eles interpretam um casal recém-separado e cheio de problemas. Butler é Milo Boyd, um ex-policial que se trabalha agora como caçador de recompensas. Aniston é Nicole Hurley, uma jornalista daquelas que sempre coloca seu trabalho em primeiro lugar. Quando Milo é contratado para caçar sua ex-esposa que foi condenada a prisão por não aparecer em uma audiência, ele vai mais que feliz, achando a perfeita forma de se vingar pelo relacionamento falho. A partir disso começa a sucessão de eventos e problemas que servem apenas para aproximar os dois e mostrar como seria melhor se reconhecessem seus erros, o que culmina no entendimento dos dois e na reconciliação inevitável que esse tipo de filme propõe.


O filme é simplesmente médio. A produção, dirigida por Andy Tennant, o mesmo do divertido Hitch, com Will Smith, é aquele tipo de filme que você assisti, até se diverte com algumas cenas e assim que termina esquece. Não tem nada de memorável aqui. A interpretação da dupla principal é o de sempre, o que prejudica um pouco esse tipo de filme, por se basear na química e no desempenho de seus protagonistas. Butler continua seu caminho de irlandês charmoso e bronco com grande coração e Aniston continua tentando se transformar na queridinha da América, com papéis de mulheres comuns que se envolvem em problemas, mas nunca perdem o sonho do amor e do príncipe encantado. As piadas são fracas, no máximo arrancam um esboço de sorriso, e as cenas de ação, além de poucas, não são muito inspiradas.


Enfim, o filme é uma produção que não deve manchar o currículo de seus envolvidos, até porque, é tão esquecível que ninguém deve lembrar para criticar, e fica abaixo de outros filmes do gênero, como o próprio Encontro Explosivo, citado no início do texto.

Confira o trailer abaixo:


See ya!!!

sábado, 12 de dezembro de 2009

Gamer

Acabei de ver Gamer, um dos mais divertidos e loucos filmes de ação que já vi. Também, não poderia ser diferente seus diretores e roteiritas são os mesmos de Adrenalina, filme de 2006 com Jason Statham.


A premissa do filme já é no mínimo insana. Um novo jogo de video game chamado Slayers faz com que o jogador controle seres humanos reais em um campo de batalha onde dificilmente se sairá vivo. O seres humanos controlados são condenados a pena de morte que tem na participação do jogo a promessa de liberdade, isso se sobreviverem a um número certo de rodadas. Nesse contexto entra o personagem principal do filme, Tillman/Kable (Gerard Butler), um condenado que está a poucas rodadas de ser libertado e ter seu crime perdoado. Tudo depende também da pessoa que o controla, um garoto de 17 anos, Simon (Logan Lerman). O controle acontece por meio de um sistema chamado Nanex, em que células do cérebro humano são modificadas tornando possível o controle dessa pessoa por meio de computadores. O jogo foi criado por Ken Castle (Michael C. Hall, em mais uma boa atuação) após o sucesso estrondoso de seu jogo anterior, Society, que tinha a mesma premissa, controlar seres humanos, mas em um jogo mais no estilo de The Sims, algo mais comportamental.


Gamer é um filme para a geração dos games mesmo. A ação é ininterrupta, a câmera se movimenta o tempo todo, são cortes rápidos, giros, balanços, em certos momentos você chega a ficar um pouco tonto com tanto movimento. As cenas em que o Kable realmente parece um personagem de video game são bem feitas e realmente legais. O filme em sua grande parte tem uma fotografia acinzentada, até mesmo suja, sendo diferente apenas quando se está no jogo Society, em que tudo remete ao exagero, as cores, as atitudes, é realmente um espaço para realizar os desejos mais obscuros, como fica claro quando o controlador é revelado.


Se você procura por diversão descompromissada, com muita ação, violência, sangue e alguns clichês que se releva pelo momento, Gamer é uma boa opção. Se você não curte filmes de ação em que o espetáculo é o ponto forte, não sei se vale a pena arriscar. De qualquer maneira, vejam o trailer e tirem suas próprias conclusões:



See ya!!!