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segunda-feira, 4 de junho de 2012

MTV Movie Awards 2012 - Vencedores

Muito se falou nos últimos meses sobre as mudanças que o MTV Movie Awards sofreria neste ano. As notícias diziam que os produtores estavam tentando mudar um pouco o caminho para a decisão dos vencedores colocando uma espécia de academia para selecionar os indicados. A ideia parecia boa, mas o resultado não foi satisfatório. Quando a lista de indicados saiu, já percebemos que mesmo com uma ou outra mudança, a maioria dos indicados permanecia fiel ao que vinha acontecendo nos últimos anos, o que já nos permitia ter uma boa ideia de quem venceria. E não deu outra!


A saga Crepúsculo saiu vencedora mais uma vez, com o último filme da franquia, Amanhecer, levando o prêmio de melhor filme. E se conseguimos finalmente nos livrar de Kristen Stewart e Robert Pattinson levando, absurdamente, os prêmios de atuação, agora temos os protagonistas da nova saga queridinha dos adolescentes tomando seus lugares. Não que eu vá reclamar e dizer que Jennifer Lawrence e Josh Hutcherson não mereciam - os dois são infinitamente melhores que os outros lá -, o problema é que eles estão vencendo não pelo mérito de sua atuação, mas pela fama da saga Jogos Vorazes. Além disso, a premiação este ano foi tão chata, mas tão chata, que eu não aguentei nem assistir até o final - sério MTV, vamos deixar o Russell Brand quieto no canto dele. A única coisa que realmente me empolgou ali foi o vídeo com cenas inéditas do The Dark Knight Rises. De duas horas de premiação, salvaram-se dois minutos. Tá na hora de rever isso aí hein MTV!? Bom, abaixo você pode conferir a lista com os indicados e os vencedores em destaque:

Filme do Ano
Missão Madrinha de Casamento
Jogos Vorazes
Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2
Histórias Cruzadas
A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1

Melhor Performance Feminina
Emma Stone – “Histórias Cruzadas”
Emma Watson – “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2″
Jennifer Lawrence – “Jogos Vorazes”
Kristen Wiig – “Missão Madrinha de Casamento”
Rooney Mara – “Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres”

Melhor Performance Masculina
Channing Tatum – “Para Sempre”
Daniel Radcliffe – “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2″
Joseph Gordon-Levitt – “50%”
Josh Hutcherson – “Jogos Vorazes”
Ryan Gosling – “Drive”

Revelação
Elle Fanning – “Super 8″
Melissa McCarthy – “Missão Madrinha de Casamento”
Liam Hemsworth – “Jogos Vorazes”
Rooney Mara – “Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres”
Shailene Woodley – “Os Descendentes”

Melhor Performance Cômica
Jonah Hill – “Anjos da Lei”
Kristen Wiig – “Missão Madrinha de Casamento”
Melissa McCarthy – “Missão Madrinha de Casamento”
Oliver Cooper – “Projeto X – Uma Festa Fora de Controle”
Zach Galifianakis – “Se Beber Não Case – Parte 2″

Elenco
Anjos da Lei
Missão Madrinha de Casamento
Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2
Histórias Cruzadas
Jogos Vorazes

Melhor Transformação na Tela
Collin Farrell – “Quero Matar Meu Chefe”
Elizabeth Banks – “Jogos Vorazes”
Johnny Depp – “Anjos da Lei”
Michelle Williams – “Sete Dias com Marilyn”
Rooney Mara – “Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres”

Melhor Briga
Channing Tatum & Jonah Hill vs. Kid Gang – “Anjos da Lei”
Daniel Radcliffe vs. Ralph Fiennes – “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2″
Jennifer Lawrence & Josh Hutcherson vs. Alexander Ludwig – “Jogos Vorazes”
Tom Cruise vs. Michael Nyqvist – “Missão Impossível: Protocolo Fantasma”
Tom Hardy vs. Joel Edgerton – “Guerreiro”

Melhor Beijo
Channing Tatum & Rachel McAdams – “Para Sempre”
Jennifer Lawrence & Josh Hutcherson – “Jogos Vorazes”
Robert Pattinson & Kristen Stewart – “A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1″
Rupert Grint & Emma Watson – “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2″
Ryan Gosling & Emma Stone – “Amor à Toda Prova”

Melhor Performance Angustiante
Anjos da Lei
Missão Madrinha de Casamento
Drive
Histórias Cruzadas
Missão Impossível: Protocolo Fantasma

Personagem mais FDP
Bryce Dallas Howard – “Histórias Cruzadas”
Collin Farrell – “Quero Matar Meu Chefe”
Jennifer Aniston – “Quero Matar Meu Chefe”
Jon Hamm – “Missão Madrinha de Casamento”
Oliver Cooper – “Projeto X – Uma Festa Fora de Controle”

Melhor Música
“Party Rock Anthem” – LMFAO (“Anjos da Lei”)
“A Real Hero” – College with Electric Youth (“Drive”)
“The Devil Is in the Details” – Chemical Brothers (“Hanna”)
“Impossible” – Figurine (“Like Crazy”)
“Pursuit of Happiness” – Kid Cudi (Steve Aoki remix) (“Projeto X – Uma Festa Fora de Controle”)

See ya!!!

terça-feira, 27 de março de 2012

Jogos Vorazes

Se tem uma coisa que gosto é quando me surpreendo com um filme, e foi exatamente o que aconteceu com Jogos Vorazes. Não sou fã dos livros e não acompanhei a produção do filme de perto, por isso mesmo não sabia bem o que esperar. Na verdade, achava que sabia. Diante da campanha da distribuidora, mais que errada por sinal, de dizer que este seria o novo Crepúsculo, fiquei extremamente temeroso pela obra. Além disso, não ajuda em nada a série de filmes lançados nos cinemas nos últimos anos com a alcunha de a substituta de Harry Potter como a mais nova franquia milionária. Com todos estes contras, Jogos Vorazes, adaptação do primeiro livro da trilogia escrita por Suzanne Collins, veio de mansinho e me arrebatou. Claro que não será o novo Harry Potter, até porque Harry Potter só existe um, mas o filme é uma produção incrível e extremamente divertida.

Jogos Vorazes se passa em um futuro próximo em que onde antes era a América do Norte, hoje fica um novo país e este novo país é dividido em 12 distritos. Em busca de manter a ordem do país, todos os anos, a Capital promove uma espécie de reality show mostrando dois jovens de cada distrito, entre 12 e 18 anos, lutando por suas vidas, literalmente. Vinte e quatro jovens entram no jogo e apenas um deles sai vivo e, consequentemente, vitorioso. A vitória traz ao jovem e a seu distrito regalias e um bônus nos suprimentos. A história aqui acompanha Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence), uma adolescente que se voluntaria para os jogos para poder impedir que a irmã mais nova, sorteada pelo seu distrito, vá.

O grande foco do filme é no questionamento da crença cega de um povo no seu líder e como a própria máquina do governo luta para manter a hierarquia e o poder. A obra de Collins lembra, em muitos pontos, outras obras contestadoras como 1984 (o Grande Irmão, repreensão de quem se opõe ao estilo de governo e o regime totalitário) e Admirável Mundo Novo, além de trabalhar, mesmo que modestamente, o culto a celebridade.

Tecnicamente Jogos Vorazes tem elementos de qualidade inquestionável. Gary Ross, o diretor, conseque imprimir ao filme a sensação de perigo dos jovens, assim como a brutalidade dentro do campo de batalha, sem precisar ser explícito quanto a isso, mas também sem cair no erro de fazer um filme sem sangue. A fotografia e a edição também são trabalhos de destaque, assim como a direção de arte e os belos figurinos de Judianna Makovsky usados na Capital.

O elenco de Jogos Vorazes é outro destaque. Jennifer Lawrence, que já esteve nos ótimos Inverno da Alma e X-Men: Primeira Classe, trabalha muito bem o lado sensível e o lado duro da personagem junto com toda a sua determinação. Josh Hutcherson (Peeta Mellark) se sai muito bem na disputa de atenção com a protagonista e ganha o público com seu carisma. Além disso, eles estão cercados de ótimos nomes que entregam performances de extrema qualidade como Woody Harrelson, Stanley Tucci, Wes Bentley, Elizabeth Banks e Donald Sutherland. Até Lenny Kravitz, que muitos detestaram como Cinna, faz um trabalho razoável, nada que atrapalhe o andamento da obra.

Enfim, Jogos Vorazes é um exemplar revigorante entre as adaptações infanto-juvenis e que me fez ter fé que estas adaptações podem sim ser rentáveis e ainda assim nos proporcionar diversão de qualidade, como Harry Potter soube muito bem fazer durante seus dez anos. Confira o trailer:



See ya!!!

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

#MustSeeMovie: Like Crazy

clique na imagem para ver maior
Estava vendo alguns trailers e me veio a ideia de criar essa espécie de sessão no blog em que eu indicarei filmes que eu acredito serem obrigatórios por algum motivo. Pode ser que a sessão não vá para frente, que eu esqueça dela, mas tentarei postar, toda quinta-feira, o trailer de um filme que eu quero muito ver e que acho que algumas das pessoas que leem o blog podem gostar também.

O #MustSeeMovie de hoje é Like Crazy. Eu vi o trailer desse filme há uns dias no Papel Pop e desde então ele não me sai da cabeça. Pelo que parece Like Crazy tem tudo para ser o romance indie do ano nos cinemas. O filme, dirigido pelo desconhecido Drake Doremus, acompanha a história de um casal que se apaixona perdidamente em Los Angeles, o problema é que ela é uma estudante britânica vivendo com seu visto vencido nos EUA, o que a faz ser deportada. Não há o que dizer, é necessário ver o trailer para sentir o aperto no coração por eles, agravado pela bela regravação de Can't Help Falling In Love With You do Elvis Presley por Ingrid Michaelson. Like Crazy é estrelado por Anton Yelchin, Felicity Jones, Jennifer Lawrence e Charlie Bewley, e ganhou o Grande Prêmio do Juri de Melhor Drama no último Festival de Sundance realizado em janeiro desse ano.

A estreia está marcada para 28 de outubro nos EUA. Não há previsão aqui no Brasil. Confira o belíssimo trailer abaixo:



See ya!!!

domingo, 5 de junho de 2011

X-Men: Primeira Classe

X-Men: Primeira Classe era aquele filme do ano que eu queria muito ver mas estava com um pé atrás. Algumas mudanças na origem dos personagens me assustavam, os cartazes do filmes eram pavorosos - photoshop do mais tosco possível -, a Fox não é o melhor estúdio do mundo e os últimos filmes da série mutante (X-Men 3 e Wolverine) não foram o melhor exemplo de adaptação do mundo. Os trailers até que davam uma certa esperança, mas nada muito impactante. Por isso minha surpresa foi tão grande ao ver o filme e amar. O filme volta ao nível de qualidade de X-Men 2 e já está entre as melhores adaptações de quadrinhos feitas na minha opinião.


X-Men: Primeira Classe volta no tempo, mais especificamente aos anos 60, para contar a origem da relação entre Charles Xavier (James McAvoy assumindo o papel que foi de Patrick Stewart) e Erik Lehnsher (Michael Fassbender no lugar de Ian McKellen), futuro Magneto. O filme começa mostrando a infância dos dois personagens e os eventos que definirão suas vidas. Enquanto Xavier vive em uma bela casa com mordomias e tranquilidade, Erik está preso em um campo de concentração sendo forçado por Sebastian Shaw (Kevin Bacon) a demonstrar seus poderes. Shaw é também responsável pela morte da mãe de Erik, o que faz sua vida ser movida pela vingança. Mais uma diferença entre os dois. Enquanto Xavier passa o começo de sua vida adulta estudando e se tornando professor, Erik passa em busca das pessoas responsáveis pelo seu sofrimento. No meio de sua busca ele acaba encontrando com Xavier e os dois se unem com o objetivo de impedir Shaw de destruir o mundo causando a Terceira Guerra Mundial.

O filme resgata a discussão da aceitação e do preconceito tão presente na trilogia dos mutantes e praticamente esquecida durante o filme solo do Wolverine. É claro que isso tem uma explicação: Bryan Singer, diretor dos dois primeiros filmes, volta a se envolver com os mutantes, dessa vez como produtor e ajudando no roteiro. O paralelo com a realidade das minorias é mais uma vez claro e constante na produção. A boa condução da história mesclada com eventos históricos também ajuda, assim como o bom elenco que dá vida a esses personagens tão ricos. Michael Fassbender (Bastardos Inglórios) torna Magneto amigável ao público, suas atitudes e sua busca por vingança são compreensíveis e nós torcemos para que ele consiga acabar com os responsáveis por seu sofrimento. James McAvoy (O Procurado) mostra que ninguém é tão perfeito como Xavier sempre pareceu e que antes de ser aquele cara sério e responsável, ele também foi um jovem que gostava de festas e diversão. Jennifer Lawrence, que despontou para o mundo depois de sua ótima atuação em Inverno da Alma (que valeu uma indicação ao Oscar), cria uma Mística profunda que luta pela aceitação enquanto nem ela se aceita. Kevin Bacon, que sempre achei meio canastrão, transforma Shaw em um vilão excêntrico, mas que está em pé de igualdade com os maiores do universo Marvel. Além disso, abraçando o clima da época em que o filme se passa, Shaw seria o vilão perfeito para um dos filmes do 007 com suas gadgets e capangas. Por falar em capangas do Shaw, muitos reclamaram da interpretação de January Jones como Emma Frost por acharem que ela fica o tempo todo com aquele ar de superior e indiferente, o que para mim foi incrível. Mas é claro que sou suspeito por dizer já que sempre achei January sensacional, desde quando vi os primeiros episódios de Mad Men, e agora, ver a atriz em um papel desses, só me deixou ainda mais feliz.

Um dos poucos problemas que encontrei em X-Men: Primeira Classe foi a sua produção. Em alguns poucos momentos os efeitos especiais não parecem tão bons, mas nada que prejudique o resultado final extremamente satisfatório. Matthew Vaughn, que já havia se mostrado um diretor de qualidade em seus filmes anteriores, ele é o responsável pelo ótimo Kick-Ass, finalmente deu sua visão à franquia, já que ele havia sido contratado para dirigir X-Men 3 e acabou saindo do cargo por alguns problemas de agenda. Vaughn mostra que tem pulso para comandar os vários arcos presentes nos filmes da série. São muitos personagens, várias histórias se desenvolvendo paralelamente e sem alguém que saiba lidar com isso, o enredo pode se perder, o que não acontece aqui. Coincidentemente ou não, já que o filme foi exibido na TV para aproveitar a estreia do outro, ontem revi X-Men Origens: Wolverine e constatei que ele foi totalmente ignorado na linha do tempo da série com o lançamento de Primeira Classe. Isso vai de acordo com as declarações do estúdio de que o novo filme solo do mutante canadense esqueceria o filme anterior e tentaria renovar a recente série.

Não é à toa que muitos vêm comparando Primeira Classe com Cassino Royale. O filme parece um sopro de ar fresco na franquia dos mutantes assim como Cassino Royale foi para o agente britânico 007. Mas as semelhanças param por ai, já que o novo X-Men não tem nada de contido em sua ambientação, figurino e ação, que se encaixam perfeitamente ao cenário sessentista. Até a trilha sonora, às vezes, se rende ao clima da época. Esperamos que a qualidade continue a partir daqui, torcendo apenas para que a fidelidade com a origem de alguns personagens melhores. Ah, e há algumas pontas durante o filme que vão fazer os fãs ficarem bem felizes.



Confira o trailer abaixo:



See ya!!!