Iggy Azalea era uma das novas promessas do rap femino nos EUA no começo deste ano, mas por enquanto não vi nenhuma movimentação significativa em sua carreira. Em março ela divulgou no You Tube Murda Bizness, música produzida por Bei Maejor, que conta com a participação de T.I. e que seria o primeiro single do seu álbum de estreia, The New Classic. No entanto, a faixa não fez nem cócegas nas paradas de sucesso e nem lançada oficialmente no iTunes foi. Mas, apesar dos percalços, Iggy continua tentando. Agora ela lançou um clipe para a faixa que se tornou single do EP chamado Mercy - cuja capa ilustra este post - e que foi prometido para esta semana. E quer saber, o clipe é ótimo, assim como a própria música.
O vídeo mostra Iggy como uma mãe de uma garota que participa daqueles concursos de beleza para crianças tão comuns nos EUA e foi inspirado no reality show Toddlers & Tiaras, ou Pequenas Misses como é chamado aqui no Brasil. T.I. aparece como o pai de uma das meninas da competição. Polêmico para alguns, divertido para outros, o importante é que o vídeo vem causando, o que provavelmente era a intenção de Iggy.
Antes de ontem, para quem ainda não conhecia, apresentei aqui no blog Iggy Azalea, a rapper australiana que vem despontando como uma das grandes promessas da música para 2012 e que estava prestes a lançar seu single do seu primeiro álbum, The New Classic. Pois então, Murda Bizness, título do single, foi divulgada hoje e é incrível. A faixa é uma produção de Bei Maejor, que já trabalhou com Ciara, Frank Ocean e Keri Hilson, e conta com a participação de T.I.. O álbum, The New Classic, será lançado agora em junho pela Interscope Records e a Grand Hustle Records (gravadora do T.I.). Confira a música abaixo:
Você pode gostar ou não de Nicki Minaj, mas não pode ignorar o fato de que ela abriu muitas portas para as mulheres no rap, meio musical dominado por homens e que não tinha uma mulher de destaque desde Missy Elliott, Lil Kim e Eve, cantoras que já foram importantíssimas, lá no começo dos anos 2000, mas que estavam sumidas da mídia e das paradas de sucesso. Com a ascensão rápida da Harajuku Barbie, que em pouco mais de dois anos se tornou uma estrela capaz de vender milhões de álbuns e atingir o topo das paradas em todo o mundo, outras rappers ganharam espaço na mídia e estão se destacando entre as principais promessas da música para 2012, vide o hype em torno de nomes como Azealia Banks, Kreayshawn e a razão deste post, Iggy Azalea. Iggy é um dos nomes que mais vem ganhando força nos últimos meses, ela acaba de assinar contrato com a Grand Hustle Records (gravadora do T.I.) e a Interscope Records, a mesma de cantoras como Lady GaGa, Robyn, Lana Del Rey e agora Madonna, e se prepara para lançar seu primeiro álbum, The New Classic, ainda neste primeiro semestre. O primeiro single do álbum, Murda Bizness, terá a participação de T.I. e será divulgado na segunda-feira. Confira o teaser da faixa e do clipe divulgado hoje:
Iggy Azalea é australiana, vive nos EUA desde 2006 e tem apenas 21 anos. Ela escreve músicas e faz raps desde os 14, uma de suas maiores influências foi o rapper Tupac e em 2011 lançou sua primeira mixtape, Ignorant Art (que pode ser baixada de graça aqui no site da própria). Iggy vem chamando atenção pelo seu estilo de rap afiado e rápido, além de seu estilo fashionista que já lhe rendeu comparações inclusive com Gwen Stefani. A rapper se tornou sucesso pelas redes sociais no final do ano passado com a ajuda dos clipes das faixas PU$$Y e My World divulgados por ela no You Tube e que você pode conferir abaixo:
Não sei vocês, mas eu estou amando esta onda de rappers femininas cheias de atitude, estilo e com músicas incríveis. E 2012 parece que será o ano delas. Nicki Minaj se prepara para lançar seu segundo álbum, Pink Friday: Roman Reloaded, daqui a pouco mais de uma semana, Iggy Azalea já está com o single e o álbum engatilhados, Azealia Banks prepara o lançamento do seu álbum para o segundo semestre e Kreayshawn vem aí, logo logo, com seu segundo single, depois do hit Gucci Gucci.
Filmes de assalto costumam ser bem divertidos. Particularmente, gosto bastante das produções do gênero, mesmo com o estilo manjado de realização da maioria dos filmes. Sempre temos um trabalho inicial que nos apresenta o grupo, temos a apresentação de cada integrante e sua função no bando, o planejamento do golpe principal e sua execução. O que diferencia um pouco é o desfecho, quando em alguns os “bandidos” acabam se dando mal enquanto em outros eles saem por cima. Eis minha surpresa ao me decepcionar com esse filme. Depois de ver um ótimo exemplar do gênero com The Town (porcamente intitulado de Atração Fatal aqui no Brasil), mesmo sabendo da vertente mais pipoca dessa produção, tinha até que um pingo de esperança de encontrar em Ladrões (Takers) um pouco de diversão descompromissada.
O filme é centrado em um grupo de amigos que tem como atividade principal assaltar bancos e carros fortes. Um desses amigos, Ghost (T.I.), acabou sendo preso depois de uma fuga mal sucedida. Quando Ghost sai da prisão, depois de alguns anos, ele propõe aos antigos parceiros um novo assalto que vai lhes garantir a maior quantia em dinheiro já conseguida por eles. Mesmo com um pé atrás eles acabam aceitando a proposta. A partir daí é tudo que já conhecemos no gênero. A preparação do plano, as pequenas reviravoltas, o policial devotado que investiga os crimes e acaba obcecado e a execução.
O grande problema do filme é o seu roteiro fraco e com lacunas tão grandes que são impossíveis de passarem despercebidas. Além disso, o roteiro propõe algumas subtramas totalmente desnecessárias com a função de apenas tentar tornar aqueles personagens mais humanos e relevantes ao espectador, o que rende mais um fracasso ao texto. Outros problemas são os diálogos fracos e primários, quase como uma peça de escola, e as coincidências absurdas que o roteiro propõe que nem com toda a boa vontade de quem está assistindo elas se tornariam válidas.
Ai você me pergunta: E as cenas de ação? E eu respondo: Nem isso salva. Entre uma ou outra minimamente decente, temos algumas cenas que são de fazer qualquer um ficar com vergonha de estar assistindo. A cena no quarto de hotel quase no clímax do filme é triste, mas não no sentido pretendido pelo diretor John Luessenhop, que tem apenas mais um filme, totalmente desconhecido, como diretor em seu currículo. Ao invés de ficar preocupado com os personagens e/ou triste pela morte de um deles, fiquei o tempo todo extremamente incomodado com a trilha sonora completamente equivocada, os movimentos desnecessários em câmera lenta e os diálogos ridículos. E a coisa continua ruim. Quando você acha que aquela trilha ridícula acabou ela volta nas cenas seguintes. Se o diretor achou que o grau de emoção da cena com aquela trilha seria emocionante, ele se enganou muito.
Além de todos os problemas acima apontados, ainda temos atuações sofríveis de um elenco até que famoso. Vamos por partes. Para começar, só sabendo que T.I. e Chris Brown são produtores para explicar o porque da presença dos dois no filme. Além disso, Zoe Saldana, atriz que tem marcado presença em grandes filmes de sucesso comercial e artístico com papéis de destaque, serve apenas de coadjuvante de luxo aqui. O filme também não ajuda muito na carreira de Hayden Christensen, que desde o fim de sua participação na saga Star Wars, não fez mais nada que merecesse um destaque. Ainda temos Matt Dillon, Paul Walker e Idris Elba pagando as contas, Jay Hernandez em um papel com uma subtrama extremamente desnecessária e Marianne Jean-Baptiste com uma das piores atuações do filme, como a irritante irmã do personagem de Idris Elba.
Ladrões é isso, se resume a um grande erro que nunca merecia ter sido produzido. Roteiro furado, subtramas desnecessárias, diálogos vergonhosos, coincidências absurdas, cenas de ação fracas e atuações sofríveis. Confira abaixo o trailer de Ladrões: