Falta pouco para o lançamento de Living Things, novo álbum do Linkin Park, marcado para sair no dia 26 de junho, e depois de um primeiro single incrível, que veio com um belo clipe, agora a banda divulga um lyric video para mais uma faixa do novo trabalho, Lies Greed Misery. Não se sabe se a faixa será o segundo single oficial ou se é apenas um promocional para aumentar a expectativa pelo álbum, mas isso não importa, o que importa é que a música é FODA! Lies Greed Misery é mais uma daquelas faixas que os vocais de Mike Shinoda dominam e que Chester entra no refrão para tornar tudo ainda melhor. Lembra muito o que a banda fazia em seus primeiros álbuns, mas sem deixar a pegada eletrônica dos últimos de lado. Pelo visto até agora, a promessa da banda de que o Living Things seria uma mistura do que eles já fizeram de melhor está sendo cumprida. Ouça abaixo a faixa no lyric video:
A estreia estava marcada para o hoje, 16 de abril, mas eu jurava que demoraria um pouco mais para poder ouvir o novo single do Linkin Park, Burn It Down, achava que ele só seria divulgado durante o dia, mas sem enrolação a banda disponibilizou a faixa no Soundcloud deles e um lyric video no You Tube. A música começa com um tecladinho bem oitentista para depois trazer aquele som característico do Linkin Park que tanto amamos com uma base mais calma e um refrão explosivo em que o Chester canta como só ele sabe fazer. Além disso, a parte do rap feita pelo Mike Shinoda ficou incrível. A música é, como eles já vinham dizendo, uma mistura do passado, da época do Hybrid Theory, com o presente e seu estilo mais experimental. Conclusão: eles não erram e ponto! Confira abaixo o lyric video de Burn It Down:
Sobre o novo álbum, diversas informações foram divulgadas. O novo álbum, o quinto da carreira deles, se chama Living Things e será lançado no dia 26 de junho. Junto com o novo single, a banda disponibilizou a capa deste novo trabalho no site deles. A lista de músicas que estarão no álbum também deve ser divulgada hoje, como o Mike prometeu no site dele (assim que sair eu atualizo post). Ele também prometeu que ficaremos sabendo um pouco sobre a nova turnê. Sobre a sonoridade do novo álbum, Mike diz que é uma tentativa de misturar todos os estilos pelos quais eles passaram em seus quatro álbuns anteriores, é "pegar os gostos musicais diferenciados de cada um dos integrantes da banda e misturá-los para a criação de um só". Se você quiser ler tudo que Mike escreveu sobre o novo álbum e o processo de sua criação, em inglês, é só clicar aqui. Confira abaixo a capa do novo álbum e um vídeo de divulgação:
Update: A tracklist foi divulgada no iTunes. Living Things contará com 12 faixas que são as seguintes:
Sou fã de Linkin Park desde muito tempo, nem lembro exatamente a data, só sei que comecei a gostar e ouvir com frequência logo no primeiro álbum da banda, o clássico - para mim - Hybrid Theory. Desde então nunca deixe de acompanhar. Agora em setembro eles lançaram seu quarto álbum de inéditas, A Thousand Suns, e sem dúvida nenhuma o mais diferente e experimental.
Por mais que os fãs reclamem dessa nova sonoridade, eu aplaudo a banda pela coragem de sair de sua zona de conforto e tentar se reinventar a cada novo trabalho. Algo parecido já havia acontecido no álbum anterior deles, Minutes To Midnight, de 2007. Agora, ouvindo esse novo álbum, notamos como o anterior foi um ensaio para algo ainda mais grandioso. Em A Thousand Suns, o som característico da banda, a mistura de metal com hip-hop, é deixado de lado para um som com uma pegada mais eletrônica, até psicodélica em alguns momentos. O novo disco está ligado à perdas, vida e amor, tudo isso envolto a um clima de guerra, com diversos discursos, inclusive de Martin Luther King Jr.
O álbum é conceitual, todo ligado, do início ao fim, quase que impossível de ser dividido em singles. A própria banda declarou que ele foi feito para ser ouvido como um todo e que só assim será inteiramente absorvido e a experiência estará completa. A Thousand Suns começa com duas faixas curtas que servem como uma introdução ao que vem pela frente, The Requiem e The Radiance. Em seguida temos Burning In The Skies, melódica, mas forte em sua letra. A voz de Chester Bennington continua a mesma, simplesmente incrível. A próxima música do álbum, Empty Spaces, é um prelúdio da guerra que vem pela frente em When They Come For Me, uma faixa praticamente toda cantada por Mike Shinoda, e Robot Boy. A faixa seguinte é Jornada Del Muerto, uma introdução para uma das melhores, senão a melhor, do álbum, Waiting For The End, em que Chester canta a desistência da luta e a aceitação da morte. Blackout é a que mais se aproxima do estilo de cantar conhecido da banda, com Chester usando seus potentes vocais ao máximo. Wretches and Kings é toda calcada no discurso de Martin Luther King Jr. e debate a repressão e o caminho para a oposição. Em seguida Wisdom, Justice and Love ainda se vale do discurso para criar uma aura sombria e indicar o caminho para o final do álbum, que é mais baseado na esperança de uma nova oportunidade e de melhora. Esse início do fim é na faixa Iridescent, que prega a luta e a volta por cima. Fallout é a introdução para The Catalyst, a próxima faixa e primeiro single do álbum. A música é o renascimento desse homem cantado pela banda por meio do fogo dos "mil sóis". The Messenger, a última faixa do álbum, é uma canção praticamente acústica que prega o amor como caminho para essa redenção, e como a própria letra diz, é só o amor que nos mantém unidos.
Ouçam!!! A Thousand Suns merece uma chance, e se você se livrar de seus preconceitos pela mudança, perceberá que é um dos melhores álbuns do ano, e possivelmente, um dos melhores já feitos. Ah, e eu não podia deixar de falar que estou aguardando ansiosamente pelo show deles no próximo dia 11 no SWU. Depois conto como foi.
Abaixo o clipe do primeiro single do álbum, The Catalyst:
See ya!!!
p.s. Esse post foi publicado por mim essa semana no Falando em Notas.