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sábado, 30 de junho de 2012

Calvin Harris e Example no clipe de We'll Be Coming Back

Vazou ontem na internet o clipe do single mais recente do atual DJ mais requisitado da música, Calvin Harris. E se isto já não fosse o suficiente para nos deixar curioso, a nova música, chamada We'll Be Coming Back (que postei aqui), ainda conta com os vocais do rapper/cantor britânico Example, um dos meus favoritos. O clipe é uma bela produção com referências a filmes de assalto com carros incríveis, meio que uma mistura de Velozes e Furiosos com Drive. Nele vemos Harris e Example por trás de um assalto e sendo perseguidos por uma policial misteriosa. Não é a coisa mais criativa do mundo, mas o resultado final ficou bem legal.

We'll Be Coming Back é o quarto single do novo álbum de inéditas do DJ (antes dele tivemos Bounce, com a Kelis, Feel So Close e Let's Go, com o Ne-Yo) que ainda não tem nome e nem data para ser lançado. O clipe foi dirigido por Saman Keshavarz. Confira abaixo:



See ya!!!

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Festival de Cannes revela filmes selecionados

Um dos maiores e mais prestigiados festivais do mundo, o de Cannes, divulgou hoje a lista de filmes selecionados para exibição durante sua realização. O festival, que está em sua 65ª edição, é um dos mais prestigiados do mundo e um dos principais responsáveis por colocar produções de menor orçamento e mais artísticas no radar do grande público. Foi ele que consagrou, no ano passado, filmes como A Árvore da Vida, Drive e O Artista, que acabariam conquistando a maioria das premiações maiores depois, como o Globo de Ouro e o Oscar. Este ano a lista de filmes conta com produções de David Cronenberg, Wes Anderson, Walter Salles, Michael Haneke e Lee Daniels. Fora da competição o festival terá a exibição de filmes como Madagascar 3, Drácula 3D, de Dario Argento, e Hemingway & Gellhorn, novo filme de Philip Kaufman. Confira abaixo a lista:

Em competição:
Amour - Michael Haneke
The Angel's Share - Ken Loach
Baad EL Mawkeaa - Yousry Nasrallah
Beyond The Hills - Cristian Mungiu
Cosmopolis - David Cronenberg
Holy Motors - Leos Carax
The Hunt - Thomas Vinterberg
In Another Country - Hong Sang-Soo
Im Nebels - Sergei Loznitsa
Killing Them Softly - Andrew Dominik
Lawless - John Hillcoat
Like Someone In Love - Abbas Kiarostami
Moonrise Kingdom - Wes Anderson
Mud - Jeff Nichols
Na Estrada - Walter Salles
Paradies: Liebe - Ulrich Seidl
The Paperboy - Lee Daniels
Post Tenebras Lux - Carlos Reygadas
Reality - Matteo Garrone
Rust & Bone - Jacques Audiard
Taste Of Money - Im Sang-Soo
Vous N'Avez Encoure Rien Vu - Alain Resnais

Mostra Um Certo Olhar:
Miss Lovely - Ashim Ahluwalia
La Playa - Juan Andres Arango
Les Chevaus De Dieu - Nabil Ayouch
Trois Mondes - Catheron Corsini
Antiviral - Brandon Cronenberg
7 Days In Havana - Benicio Del Toro, Laurent Cantet, Gaspar Noe
Le Grand Soir - Benoit Delepine & Gustave Kervern
Laurence Anyways - Xavier Dolan
Despues De Lucia - Michel Franco
Aimer A Perdre La Raison - Joachim Lafosse
Mystery - Lou Ye
Student - Darezhan Omirbayev
La Pirogue - Moussa Toure
Elefante Blanco - Pablo Trapero
Confession Of A Child Of The Century - Sylvie Verheyde
11.25: The Day He Chose His Own Fate - Koji Wakamatsu
Beasts Of The Southern Wild - Benh Zeitlin

Fora de competição:
Une Journee Particuliere - Gilles Jacob and Samuel Faure
Madagascar 3: Os Procurados - Eric Darnell, Tom McGrath
Dracula 3D - Dario Argento
Io E Te - Bernardo Berolucci
Hemingway & Gellhorn - Philip Kaufman
Ai To Makoto - Takashi Miike

Exibições especiais:
Der Mull Im Garten Eden - Faith Akin
Mekong Hotel - Apichatpong Weerasethakul
Villegas - Gonzalo Tobal
A Música Segundo Tom Jobim - Nelson Pereira Do Santos
Journal De France - Claudine Nougaret & Raymond Depardon
Les Invisbles - Sebastien Lifshitz
The Central Park Five - Ken Burns, Sarah Burns, David McMahon
Roman Polanski: A Film Memoir - Laurent Bouzereau

See ya!!

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Oscar 2012 - Críticas: Histórias Cruzadas

Histórias Cruzadas é o maior exemplo de como o hype em torno de um filme mediano pode torná-lo muito maior do que ele realmente é e levá-lo a conseguir indicações em premiações nas quais ele passaria despercebido. O filme é uma adaptação de um livro chamado The Help, escrito por Kathryn Stockett, e foi a grande surpresa das bilheterias norte-americanas no segundo semestre do ano passado, permanecendo em primeiro lugar por três semanas e arrecadando quase 170 milhões de dólares apenas nos EUA. Junte a isso uma trama conduzida pretensiosamente e um grande elenco e temos o resultado: indicações para vários prêmios no Oscar este ano. Não me oporia às indicações de atuação, o trabalho do elenco é muito bem feito, mas jamais vou concordar com a indicação ao prêmio de melhor filme. Mesmo em um ano fraco para o cinema, o Oscar deste ano ignorou obras de qualidade muito superior como Drive e Melancolia em detrimento de obras fracas e pretensiosas como este filme e Cavalo de Guerra.

Emma Stone é Eugenia “Skeeter” Phelan, uma jovem recém formada em jornalismo que volta para a sua cidade natal em busca de trabalho e experiência para então poder viver seu sonho de ser jornalista em Nova York. Ao chegar lá ela se depara com a triste situação das empregadas negras das famílias ricas que são tratadas de forma cruel, em certos momentos como se nem fosse seres humanos. Diante desta situação Skeeter resolve escrever um livro com as histórias daquelas empregadas que passaram anos e anos trabalhando para estas famílias, criando seus filhos e limpando suas casas. No entanto, antes de escrever o livro, Skeeter precisa convencer estas mulheres a falarem, já que o medo da repreensão é maior que a vontade de se libertarem.

Ouvindo esta descrição você deve imaginar: "meu Deus, deve ser um daqueles dramas que me farão chorar o tempo todo". Bom, poderia ser, caso o diretor, Tate Taylor, que também é responsável pelo roteiro, não conduzisse o filme com esta pretensão desde o início. Sendo assim, Taylor constrói um filme engessado e maniqueísta que nos traz grande parte dos personagens sem humanidade, cada um é o que é e sem chances de mudança. Além disso, a classe desfavorecida é sempre boa, assim como a maldade está diretamente ligada ao branco. É triste também ver que o diretor não consegue criar uma sequência que seja que não recorra a velhos clichês, como a vergonhosa sequência em que Skeeter entra em uma sala cheia de empregadas e elas vão se levantando, uma a uma, e dizendo que a ajudarão.

Claro que Histórias Cruzadas não é um vexame completo e a responsável por salvar o filme de sua mediocridade completa é Viola Davis, indicada ao Oscar de melhor atrix, impecável como Aibileen Clark, a primeira das empregadas a resolver contar sua história. Seu controle de cena é de arrepiar. Octavia Spencer, indicada ao Oscar de melhor atriz coadjuvante também está bem, apesar de não chegar nem aos pés de Davis, assim como Jessica Chastain, também indicada ao prêmio de atriz coadjuvante, mas que merecia muito mais ter sido lembrada por seu papel em A Árvore da Vida. Já Bryce Dallas Howard, que faz a vilã Hilly Holbrook, está caricata e exagerada, quase uma vilã de novela das oito. Além das atuações, a parte técnica do filme está muito bem feita, como a fotografia, o figurino e a direção de arte, que faz uma belíssima recriação da época retratada. Veja o trailer:



See ya!!!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Drive

Quem leu minha crítica para o filme Amor a Toda Prova no Londripost (se não leu é só clicar aqui) e me conhece bem, sabe o quanto eu sou #TeamRyanGosling. Sou fã do ator desde que o vi pela primeira vez nas telas no filme Cálculo Mortal, aquele suspense que era uma tentativa de provar que Sandra Bullock podia fazer algo além de comédias românticas. Fiquei ainda mais fã quando ele fez o filme que se tornaria meu romance favorito, Diário de uma Paixão. Logo nesse começo ele já se provou um ator incrível e só ajuda o fato de ele ter escolhido bons projetos ao longo de sua carreira e mesmo não se rendendo ao cinemão, contracenado com gente do calibre de Anthony Hopkins, por exemplo, no excelente Um Crime de Mestre. Gosling ficou um tempo sumido do cinema, depois de Half Nelson de 2007 (excelente filme nunca lançado no Brasil pelo qual ele concorreu ao Oscar de melhor ator) ele só voltou aos cinemas no ano passado com o também incrível Blue Valentine (cujo título nacional é o péssimo Namorados Para Sempre), Ryan Gosling está mais e mais próximo do status de astro já que, além de muitos filmes com ele como protagonista estarem chegando aos cinemas, ele continua mantendo seu estilo e qualidade de trabalho. Uma prova disso é o filme Drive, obra pequena que ganhou a atenção do grande público pelo estilo diferente, a direção de Nicolas Winding Refn (premiada em Cannes) e a atuação de Gosling.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Comic-Con 2011 - Trailers

Estou de volta depois das minhas merecidíssimas férias, mas ainda com aquele gostinho de quero mais. Infelizmente não posso ficar relaxando e tomando meus bons drink eternamente. Já volto com muitas novidades. Na semana passada, mais especificamente entre os dias 21 e 24 de julho, rolou lá em San Diego, nos EUA, a Comic-Con, a principal convenção quando falamos em quadrinhos, cinema, televisão e o universo nerd - meu sonho de consumo é participar um dia. Como as novidades são muitas, resolvi fazer esse primeiro post para mostrar os principais trailers exibidos na convenção e que me chamaram muito a atenção, as outras novidades postarei de acordo com meu tempo e disponibilidade de material. Vamos aos vídeos.