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quinta-feira, 12 de julho de 2012

Frankenweenie: nova animação de Tim Burton ganha trailer

Tim Burton esteve hoje na Comic-Con para falar de seu novo filme, a animação Frankenweenie, e aproveitou para divulgar um novo trailer. O vídeo é todo baseado nos clássicos trailers dos filmes de de monstro em preto e branco do passado, inclusive com a narração característica e as chamadas que aparecem na tela. Simplesmente incrível. Apenas o trailer de Frankenweenie já é melhor que o Sombras da Noite inteiro - mas pensando bem, o trailer de Sombras da Noite também era bem incrível.

Frankenweenie é uma animação baseada em um curta-metragem dirigido pelo próprio Burton no início de sua carreira, lá em 1984. O filme conta a história de Victor, um garoto que, depois de perder seu amado cão, recorre ao poder da ciência para trazê-lo de volta a vida. O roteiro de Frankenweenie foi escrito por John August, que já trabalhou com Burton no excelente Peixe Grande. O filme conta com as vozes de Winona Ryder, Martin Short, Catherine O’Hara e Martin Landau, entre outros. O filme tem estreia prevista para 5 de outubro, em 3D. Confira o trailer abaixo:



See ya!!!

quarta-feira, 28 de março de 2012

Papai Noel e Coelhinho da Páscoa de um jeito nunca visto no trailer de Rise of the Guardians

Saiu hoje o primeiro trailer da nova animação da Dreamworks, Rise of the Guardians. O filme se baseia na série de livros The Guardians of Childhood de William Joyce para contar a história de um grupo formado por ícones das fábulas e dos contos de fada que tem a função de proteger as crianças. Os membros do grupo são Jack Frost, North (o Papai Noel), Bunnymund (o Coelhinho da Páscoa), Tooth (a Fada do Dente) e Sandy (Sandman) e eles terão que se unir para lutar contra o Bicho Papão, chamado de Pitch no filme. Além daquele clima de aventura comum às animações, Rise of the Guardians parece evocar um pouco de suspense em cenas que não soam comuns ao gênero, o que torna o filme ainda mais interessante. Isso se deve a um dos principais destaques do filme, o fato de ter Guillermo Del Toro como produtor. O filme conta com as vozes de Chris Pine (Star Trek) como Jack Frost, Hugh Jackman (X-Men Origens: Wolverine) como Bunnymund, Alec Baldwin (Simplesmente Complicado) como North, Isla Fisher (Penetras Bons de Bico) como Tooth e Jude Law (Sherlock Holmes) como o vilão Pitch. Peter Ramsey dirige a animação que tem estreia prevista para 30 de novembro no Brasil, em 3D, claro. Veja o trailer:



See ya!!!

sábado, 20 de março de 2010

The Princess and The Frog

Sábado passado estava em casa, sem nada para fazer, decidido a não sair, com uma noite inteira pela frente e muitos filmes para assistir. Decidi então ver A Princesa e O Sapo. O filme tinha a pressão de ser o retorno da Disney ao gênero que a consagrou, o das animações em 2D. Ai você se pergunta: e conseguiu? O que posso dizer é que o filme não será um clássico do quilate de A Bela e a Fera, O Rei Leão e tantos outros que marcaram a infância de muitos, mas o filme não é uma decepção.


O filme pega a antiga história da princesa que beija o sapo transformando-o em príncipe para se casarem e viverem felizes para sempre e usa isso como ponto de partida para a sua história. Aqui, o príncipe, Naveen (voz de Bruno Campos no original), é um boa vida que, após ser colocado contra a parede por seus pais, viaja para Nova Orleans em busca de uma mulher rica para se casar e não perder suas mordomias. Ao chegar lá ele dá de cara com um mago de vudu que acaba o transformando em sapo.


O problema para Tiana (Anika Noni Rose) começa quando ela vê seu sonho de ser chef e possuir um restaurante despedaçado por falta de dinheiro, algo que na verdade ela nunca teve, mas que sempre trabalhou duro para conseguir. Nesse ponto chegamos ao beijo da princesa no sapo, que, por ela não ser uma princesa de verdade, acaba invertendo a maldição e a transformando também em um sapo. A partir daí, eles terão que se unir para conseguir voltar a sua forma humana e vencer o mal, e para isso, todos os clichês do gênero são jogados na tela. As personalidade opostas que se unem por força do destino e que acabam se apaixonando, a viagem que leva ao conhecimento e entendimento pessoal, o aprendizado do que há de melhor em cada um e a mudança de valores e prioridades. Tudo isso claro, embalado pelas belas músicas sempre presentas nas produções do tipo.


Sim, o filme é todo movido por clichês, mas ele traz, para quem viveu aquele período do auge da Disney, um sentimento de nostalgia e alegria que contagia e faz você torcer pela felicidade do casal, mesmo já sabendo todo o final da história desde o começo da projeção. Ah, outro ponto sempre presente nas animações da Disney e que aqui também tem destaque, são os coadjuvantes divertidíssimos. Temos o crocodilo trompetista Louis (Michael-Leon Wooley), que não quer nada na vida a não ser tocar seu trompete com os humanos, temos também o vagalume apaixonado por uma estrela Ray (Jim Cummings) e Mama Odie (Jenifer Lewis), uma feiticeira que entende de vudu e magia negra e é a pessoa que pode trazê-los de volta. Se você gosta de animação, veja, vale a pena. Se não é o maior fã, talvez não lhe agrade tanto.




Veja o trailer:


See ya!!!

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Up

Ontem acordei e resolvi, vou ao cinema. Minha primeira opção era ver Os Normais 2, mas, meus amigos, Felipe e Tatinha resolveram ir junto e eles já haviam visto o filme, então resolvemos ver outro, no caso, Up, a nova animação dos estúdios Pixar e Disney.


O filme acompanha a história de Carl Fredricksen, um senhor de 78 anos, vendedor de balões, que resolver partir para a aventura que ele sempre sonhou após certos acontecimentos em sua vida. O sonho de Carl é viajar até o Paraíso das Cachoeiras, na América do Sul. A maneira encontrada por ele para ir é pendurar em sua casa muitos balões e voar com a própria casa até o local. O que Carl descobre quando já está no ar é a presença inesperada de Russell, um pequeno escoteiro de 8 anos cujo sonho é ajudar um idoso para conseguir a última medalha que lhe falta e passar de pequeno explorador para grande explorador.



Contrariando todos que diziam, na época em que o filme foi anunciado, que um filme protagonizado por um homem de 78 anos não tinha qualquer apelo, a Disney, em especial a Pixar, produzem uma obra emocionante, engraçada e extremamente prazerosa de se ver. O filme, em sua primeira parte, nos apresenta o sonhador Carl em sua infância, conhecendo sua futura esposa Ellie e o desenvolvimento da vida dos dois, com o sonho da viagem sempre presente. A beleza das cenas e dos diálogos é realmente tocante, como todo trabalho do estúdio. Após os acontecimentos que o levam a viagem o grande destaque fica na dinâmica entre Carl e Russell, o grande destaque do filme na minha humilde opinião. O garoto é agitado, dinâmico e super engraçado. Seu jeito conquista qualquer um. Além disso, temos o cão falante Dug e a ave rara como atrativos para piadas bem feitas e gags visuais.


Claro que, como todo filme, a aventura não pode ficar apenas na viagem e surpresas e desafios surgem no caminho. O grande vilão da história, o explorador favorito de Carl em sua infância, desaparecido após ter suas pesquisas desacreditadas, reaparece querendo reconquistar sua fama e credibilidade. Mas, no final, o que sobra de mais prazeroso na projeção e a dinâmica entra Carl e Russell, o rabugento e o otimista. Um filme que realmente tem o poder de levar às lágrimas pessoas mais emotivas. Mais um triunfo da Pixar como estúdio, que consegue produzir em animação o que muitos tentam em filmes Live-Action.


A dublagem como sempre é muitíssimo bem feita. No Brasil, como normalmente só encontramos cópias dubladas de animação, ela é feita por Chico Anysio em um trabalho inspirado que desaparece dentro do personagem. Sobre a projeção em 3D, não acredito que valha muito a pena, no filme é muito pouco utilizado e não há nada que recompense.

Trailer:


See ya!!